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sábado, 12 de setembro de 2026

MUNDO DA DIVERSIDADE

MUNDO DA DIVERSIDADE – Temas como cultura, sexualidade, racismo, gênero, identidade, inclusão, relacionamento, entre outros, fazem parte das discussões contemporâneas. Reuniu-se pensadores das mais diversa áreas do conhecimento para reflexão sobre a diversidade de ideias que permeiam o tempo atual, a exemplo de Rosa Mechiço, Frantz Fanon, Diagne Mbengué, Françoise Vergès, Carol Vivien Robinson, Soumaya Mestiri, Esther Pineda G., Narges Mohammadi, Janna J. Levin, Alice Flaherty, Isabelle Stengers, François Jullien, Amanda Montell, Esther Pillar Grossi, Leonore Tiefer, Aza Njeri, Kate Bornstein, Ariel Salleh, Malalai Joya, Amin Maalouf, Joanna Burigo, Cida Bento, Noemi Jaffe, Germaine Greer, Isabel Wilkerson, Alaa Murabit, Brené Brown, Mel Robbins, Abnousse Shalmani, Joacine Katar Moreira, Vanessa Nakate, Kaka Werá Jecupé, Ahed Tamimi, Nadya Tolokonnikova, Pamela Des Barres, Ursula Karven, Sarah Dunant, Samira Makhmalbaf, Hwang Bo-reum, Claudia Werneck, Min Jin Lee, Glória Steinem, Ingrid Koudela, Judith Godrèche, Sally Rooney, Teolinda Gersão, Karima Ziali, Lauren Elkin & Teresa Cárdenas. Confira:

 

APELO À PAZ, AO AMOR E À ALEGRIA, FRANÇOISE VERGÈS

FALAR AO MUNDO DA MESMA FORMA QUE OS OUTROS, DIAGNE MBENGUÉ

A BANALIZAÇÃO DA VIDA HUMANA, ROSA MECHIÇO

A LINGUAGEM DO FANATISMO, AMANDA MONTELL

ESCRITOS POLÍTICOS, FRANTZ FANON

TODOS PODEM APRENDER..., ESTHER PILLAR GROSSI

O NAUFRÁGIO DA CIVILIZAÇÃO, AMIN MAALOUF

DIVERSIDADE, KAKA WERÁ JECUPÉ

OUTRA CIÊNCIA É POSSÍVEL, ISABELLE STENGERS

ÉTICA, FILOSOFIA, GÊNERO & RAÇA, AZA NJERI

VIDA & SEXUALIDADE HUMANA, LEONORE TIEFER

RACISMO & RESISTÊNCIA, ESTHER PINEDA G.

INCLUSÃO DE VERDADE, CLAUDIA WERNECK

AS ORIGENS DOS NOSSOS DESCONTENTAMENTOS, ISABEL WILKERSON

ATIVISMO CIVIL, NARGES MOHAMMADI

GÊNERO & PÓS-VERDADE, JOANNA BURIGO

MEMÓRIA, IDENTIDADE, RESISTÊNCIA...,TERESA CÁRDENAS

BELO MUNDO, ONDE VOCÊ ESTÁ?..., SALLY ROONEY

QUEM SOU & O QUE É VOCÊ..., JUDITH GODRÈCHE

A PRÓXIMA GERAÇÃO FORA DA LEI DE GÊNERO, KATE BORNSTEIN

A LUTA DE UMA MENINA PALESTINA PELA LIBERDADE, AHED TAMIMI

GUIA DE SOBREVIVÊNCIA A BURACOS NEGROS, JANNA J. LEVIN

VIVER A VIDA, PAMELA DES BARRES

VIOLÊNCIA DO TERRORISMO, SAMIRAMA KHMALBAF

A MULHER & A REPRESSÃO, ABNOUSSE SHALMANI

MULHER, CIÊNCIA & FAMÍLIA, CAROL VIVIEN ROBINSON

ECOFEMINISMO MATERIALISTA, ARIEL SALLEH

MULHERES CAMINHAM..., LAUREN ELKIN

ELUCIDANDO A INTERSECCIONALIDADE & AS RAZÕES DO FEMINISMO NEGRO, SOUMAYA MESTIRI

PASSADO, PRESENTE, FUTURO, INGRID KOUDELA

O FIM DA LITERATURA, TEOLINDA GERSÃO

PACTO DA BRANQUITUDE, CIDA BENTO

DOENÇA DA MEIA NOITE, ALICE FLAHERTY

ORAÇÃO SEM DEUS, KARIMA ZIALI

MINHA VIDA NA ESTRADA, GLÓRIA STEINEM

BEM-VINDO À BIBLIOTECA, HWANG BO-REUM

LEVANTANDO A VOZ, MALALAI JOYA

GAGUEJA AO FALAR, FIRME AO PENSAR..., JOACINE KATAR MOREIRA

EM NOME DA FAMÍLIA, SARAH DUNANT

ABRAÇANDO A VULNERABILIDADE, BRENÉ BROWN

A VIDA AOS 50..., URSULA KARVEN

SEM AS MULHERES OS OBJETIVOS GLOBAIS NÃO VERÃO A LUZ DO DIA, ALAA MURABIT

NÃO HÁ IDENTIDADE CULTURAL, FRANÇOIS JULLIEN

DOU MINHA PALAVRA, NOEMI JAFFE

SOBRE O ESTUPRO, GERMAINE GREER

LEIA & REVOLTE-SE, NADYA TOLOKONNIKOVA

DEIXE PRA LÁ, MEL ROBBINS

A VIDA & O VIVER, MIN JIN LEE

É HORA AGORA..., VANESSA NAKATE

CANÇÃO PARA OUTROUTROS TANTOS & TODOS...


sábado, 23 de janeiro de 2016

A MULHER NA HISTÓRIA


A MULHER NA HISTÓRIA – Ao longo dos últimos dez anos – na verdade, tudo começou quando publiquei o meu poema Crônica de amor por ela, em 1996 -, que venho desenvolvendo uma pesquisa acerca do papel da mulher na história da humanidade. No primeiro momento desses estudos, desenvolvi uma revisão da literatura a partir da construção histórica das relações de gênero, procurando os fundamentos para análise da opressão da mulher, definindo conceitualmente gênero, tratando acerca da desigualdade e da violência de gênero. A partir disso passei a analisar a questão dos direitos da mulher, suas lutas e conquistas ao longo dos tempos, a partir do seu papel na Antiguidade, passando pela Renascença ao Marxismo, tratando acerca da violência contra a mulher, incluindo a violência doméstica no Brasil, considerando o controle social e o Estado na sociedade de classe e no capitalismo. Num segundo momento procurei tratar acerca do papel da mulher no mercado de trabalho, efetuando uma abordagem histórica até o século XX, incluindo as perspectivas para o século XXI.
Justificou-se a realização desse estudo, tendo em vista a violência contra a mulher ser um tema atual que vem ao longo dos tempos se desenrolando e que envolve a sociedade como todo, independente do nível econômico e tendo sua ocorrência em todos os países do planeta, seja entre ricos ou pobres. Justifica-se mais em razão da adoção da igualdade e da dignidade humana nas previsões constitucionais vigentes, não se podendo mais admitir qualquer forma de agressão e de impunidade nas questões de violência contra mulher.
Objetivou efetuar uma análise acerca das causas, consequências e das formas de combate e de atuação do Estado e das políticas públicas no enfrentamento do problema da violência contra a mulher, analisando historicamente a trajetória da mulher diante da violência, observando a questão de gênero, o patriarcalismo e a luta feminista, identificando os fatores que contribuem para a violência contra a mulher e observando a definição das políticas públicas nesses casos.
Por metodologia o estudo foi desenvolvido com base na pesquisa de natureza descritiva, documental e bibliográfica, baseada na edição do corpo legislativo originário de leis e jurisprudências, bem como de livros, revistas, publicações especializadas impressas e online, no sentido de compreender toda dimensão da temática proposta.
Para tanto, tornou-se necessário discorrer ao longo do estudo realizado sobre a construção histórica das relações de gênero, considerando os fundamentos para análise da opressão da mulher, uma revisão da literatura acerca dos direitos da mulher com lutas e conquistas, até aferir as políticas públicas efetivadas à luz do amparo legal de combate à violência contra a mulher.
Observou-se, com isso, que a mulher é vítima de um sistema patriarcal, pautado na sua desvalorização e respondendo ao estado mandonista do universo masculino, em detrimento dos direitos da mulher. O enfrentamento da redoma patriarcal e a condução machista levam às insistentes lutas pelo reconhecimento dos direitos da mulher, a igualdade de gênero, o respeito pelo principio da dignidade humana e ao exercício da cidadania.
O Brasil, neste sentido, deu um passo importante quando da promulgação da Constituição Federal de 1988, instituindo o Estado Democrático de Direito, espaço para desenvolvimento de afirmação da mulher, respeitando-se seus direitos e condições igualitárias na sociedade. Nem mesmo as previsões constitucionais foram suficientes para coibir a violência contra a mulher, havendo necessidade da edição de uma série de instrumentos legais regulamentando as referidas previsões, a exemplo da criação das Delegacias de Defesa da Mulher, a criação do Conselho Nacional, bem como a promoção de medidas, ações e programas, como o Programa Nacional de Prevenção e Combate à Violência Doméstica e Sexual, as Normas Técnicas do Ministério da Saúde, o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM), culminando com a edição da Lei Maria da Penha que visa coibir a prática nefasta da violência contra a mulher. E em conformidade com os autores pesquisados, apesar desses programas, ações, planos e aparato legal, ainda assim, não conseguiu prevenir, coibir ou erradicar a violência contra a mulher.
É evidente que os problemas focados neste trabalho, hoje estão intimamente ligados à educação e à cultura brasileira, havendo necessidade de informação, difusão e ampliação a respeito dessas medidas tomadas, para que toda população brasileira tome conhecimento de sua existência. O Brasil ainda se mantém em cima de sociedade patriarcal e machista, com problemas diversos de todas as ordens possíveis, desde econômicos, sociais, culturais, políticos, ambientais e educacionais, que fazem com que o desrespeito e a infrigência contra a dignidade humana e a cidadania do brasileiro, sejam constantemente assolados na requerência de posturas e comportamentos efetivos por parte das autoridades e da sociedade em geral, visando coibir e erradicar por completo a violência contra a mulher.

REFERÊNCIAS
ALAMBERT, Zuleika. Feminismo: o ponto de vista marxista. São Paulo: Nobel, 1986.
ALVES, Moreira Branca; PITANGUY, Jacqueline. O que é feminismo. São Paulo: Brasiliense,1991.
ARAÚJO, Emanuel. História das mulheres no Brasil: a arte da sedução: sexualidade feminina da Colônia. São Paulo: Contexto, 2004.
ARAÚJO, M. F. Casamento e sexualidade. A revisão dos mitos na perspectiva de gênero. Tese de doutorado programa de pós-gradução em psicologia social. Universidade de São Paulo, 1999.
AZERÊDO, Sandra. Preconceito contra a mulher: diferença, poemas e corpos. São Paulo: Cortez, 2007.
BARBIERI, Teresita. Sobre a categoria de gênero: uma introdução teórico-metodológia. Recife: SOS Corpo,1992.
BAUER, Carlos. Breve história da mulher no mundo ocidental. São Paulo: Pulsar, 2001.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Saraiva, 2002.
_____. Plano Nacional de Políticas para as Mulheres. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2005.
____. II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2008.
BRUMER, Anita. Mulher e desenvolvimento rural. In: Mulher família e desenvolvimento rural. Santa Maria RS: EdUFSM, 1996.
BRUSCHINI, Maria Cristina Aranha. Mulher, casa e trabalho: o cotidiano nas camadas médias paulistas. São Paulo: Vértice, 1990.
BRUSCHINI, M. C. e ROSEMBERG, Fulvia. Trabalhadoras do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1982.
CAMPANHOLE, Adriano; CAMPANHOLE, Hilton Lobo. Todas as constituições do Brasil. São Paulo: Atlas, 1976.
CARLOTO, Cássi Maria. O Conceito de gênero e sua importância para a análise das relações sociais. PUC, São Paulo.
CARVALHO. J. Antero de. Direitos trabalhistas da mulher. São Paulo: LTr, 1998.
CAVALCANTI, Stela Valéria de Farias. Violência doméstica: Análise da lei “Maria da Penha”, nº 11.340/06 3ª ed. Salvador: Jus Podivm, 2010.
CHAUÍ, Marilena. Participando do debate mulher e violência, perspectivas antropológicas da mulher. Rio de Janeiro: Zahar, 1998.
FERNANDES, Hebe Marinho Nogueira. A relação de emprego e o trabalho da mulher. Sáo Paulo: Synthesis, 1998.
FISCHER, Izaura R. A trabalhadora rural: conscientização na empresa agrícola moderna. Recife: UFRPE, 1997.
GRUPPI, Luciano. Tudo começou com Maquiavel. 14ª Edição. Porto Alegre: L&PM, 1996.
HAHNER, June E. A mulher brasileira e suas lutas sociais e políticas. São Paulo: Brasiliense, 1981.
HIRATA, Helena. Trabalho feminino. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.
HOLANDA, Heloísa Buarque. Os estudos sobre mulher e literatura no Brasil: uma primeira avaliação. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 1992.
LEITE, Miriam Lifchitz Moreira. Outra face do feminismo. São Paulo: Ática, 1984.
LESSA, Sérgio. Para compreender a antologia de Lukács. 3ª Ed. Unijú, 2007.
______; TONET, Ivo. Introdução a filosofia de Marx – 1ª Ed. São Paulo: Expressão popular 2008, p. 128.
MACHADO, Ednéia. Políticas sociais I: concepções e história. In: GODOI, Sueli (Org.). Fundamentos básicos do trabalho profissional. Londrina: Unopar, 2008.
MAIA, Andreê Kartchevsky. Trabalho feminino. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.
MANDEL, Ernest. Introdução ao marxismo. Porto Alegre: Movimento, 1978.
MARX, Karl; ENGELS; Friedrich; LENIN, Vlaidmir. Sobre a mulher. São Paulo: Global, 1981.
MICHEL, Andreé. O feminismo uma abordagem histórico. Tradução de Angela Loureiro de Souza. Rio de Janeiro: Zahar,1979.
MORAES, Marcia. Ser humana: quando a mulher está em discussão. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
MORAES, Maria Lygia de Quartim. Marxismo e feminismo no Brasil. Primeira versão. São Paulo: IFCH UNICAMP, 1996.
NADER, Maria Beatriz. Transformações do comportamento feminino em fins nos primeiros cinco anos do século XXI: violência e denúncia. Fazendo Gênero 8 – Corpo, Violência e Poder. Florianópolis – UFES, agosto de 2008.
PARODI, Ana Cecília. A responsabilidade civil nos relacionamentos afetivos pós-modernos. Campinas: Russel, 2007.
PENA, Maria Valéria Junho. Mulheres e trabalhadoras. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.
PERROT, Michelle. Os excluídos da História: operários, mulheres e prisioneiros. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
PONCE, Aníbal. Educação e luta de classes. 18ª ed. São Paulo: Cortez, 2001.
PREVESLAU, Clio. ALMEIDA, F. Rodrigues e ALMEIDA J. Anécio (org.) Mulher família e desenvolvimento rural. Santa Maria/RS: EdUFSM, 1996.
SAFFIOTI, Heleieth. Gênero, patriarcado, violência. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2004.
______. O poder do macho. São Paulo: Moderna, 1987.
SAFFIOTI, Helena Iara Bongiovani. A mulher na sociedade de classes: mito e realidade. São Paulo: Quatro Artes, 1969.
SANTOS, José Vicente Tavares. A violência como dispositivo de excesso de poder. Brasília: Sociedade e Estado, 1995.
SANTOS, Juarez Cirino dos. O combate à violência contra a Mulher: Uma realidade ainda incipiente. Direito Penal – Parte Geral. Curitiba: Lúmen Júris IICPC, 2006.
SIKORSKI, Daniela. Trabalho profissional. In: GODOI, Sueli (Org.). Fundamentos básicos do trabalho profissional. Londrina: Unopar, 2008.
SILVA, José Afonso. Curso de Direito Constitucional Positivo. São Paulo: Malheiros, 2002.
SINA, Amália. Mulheres e trabalho: O desafio de conciliar diferentes papéis na sociedade. São Paulo: Saraiva, 2005.
TELES, Maria Amélia de Almeida. Breve historia do feminismo no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1993.
______; MELO, Monica. O que é violência contra a mulher. São Paulo: Brasiliense, 2001.
TOLEDO, Cecilia. Mulheres: o gênero nos une, a classe nos divide. São Paulo: Sunderman, 2008.
ZIMMERMANN, David. Violência: estudos sobre psicoterapia analítica de grupo. Porto Alegre: Artmed, 2001.

Veja mais:



sábado, 12 de setembro de 2015

GÊNERO E PESQUISA EM PSICOLOGIA SOCIAL


GÊNERO E PESQUISA EM PSICOLOGIA SOCIAL – O livro Gênero e pesquisa em psicologia social (Casa do Psicólogo, 2008), organizado por Mara Coelho de Souza Lago, Maria Juracy Filgueiras Toneli, Adriano Beiras, Mariana Barreto Vavassori e Rita de Cássia Flores Müller, traz reflexões sobre gênero e psicologia no Brasil, a psicologia e os estudos de gênero, sobre o gênero de gente que não quer mais viver, a psicanalise que faz gênero com reflexões sobre a diferenciação sexual, os sentidos do homoerotismo feminino sob a ótica do território, modo de vida de mulheres lesbicas, movimentações políticas e discursivas em torno da segmentação do mercado de consumo GLS, trajetória de homossexuais temporalidades e espaços, analise dos discursos sobre corpo e gênero contidos nas enciclopédias sexuais publicadas no Brasil, revistas e adolescências na sexualidade, sexualidade como tema transversal nas escolas da teoria à prática, o pensamento de jovens estudantes sobre gênero e Aids, adolescentes pais e seus pais, o velho atualizado, masculinidade tradicional hegemônica, o caminho da judicialização e a produção da subjetividade da criança vítima de incesto, falas e trajetórias de adolescentes em situação de exploração sexual, a relação entre pesquisadores e sujeitos, gênero e trabalho, a organização e divisão sexual do trabalho, agricultores e familiares vivenciando mudanças e permanências na conversão para agricultura orgânica, mulheres em ocupações tradicionalmente masculinas, sentidos do trabalho, entre outros assuntos.

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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

PSICOLOGIA SOCIAL


PSICOLOGIA SOCIAL DOS VALORES HUMANOS – O livro Psicologia social dos valores humanos: desenvolvimentos teóricos, metodológicos e aplicados (Senac, 2006), organizado por María Ros e Valdiney V. Gouveia, trata de temas como a psicologia social dos valores sob uma perspectiva histórica, aspectos universais na estrutura e no conteúdo dos valores humanos, atitudes e comportamento e uma nova visita a um tema clássico, o individualismo e o coletivismo normativo, procedimentos de escala para a medição de valores, consenso, estabilidade e signficiado nos valores sociais abstratos, validade dos modelos transculturais sobre os valores, internalização de valores sociais e estratégias educativas parentais, valores e redução do preconceito, os significados da saúde e a saúde como um valor, os significados da identidade nacional como valor pessoal, descrições das culturas, indicadores psicológicos e macrossociais, valores do trabalho e das organizações, valores culturais e decisões de comportamento nas organizações de trabalho, entre outros assuntos.

GÊNERO E PESQUISA EM PSICOLOGIA SOCIAL – O livro Gênero e pesquisa em psicologia social (Casa do Psicólogo, 2008), organizado por Mara Coelho de Douza Lago, Maria Juraci Filgueiras Toneli, Adriano Beiras, Mariana Barreto Vavassori e Rita de Cassia Flores Müller, trata de temas como psicologia e estudos de gêneros, reflexos sobre gêneros e psicologia no Brasil, o gênero de gente que não quer mais viver, a psicalise e reflexões sobre a diferenciação sexual, os sentidos do homoerotismo feminino sob a ótica do território, modos de vida de mulheres lésbicas, movimentações politicas e discursivas em torno da sugmentação do mercado de consumo GLS, trajetórias homossexuais, temporalidades e espaços, analise dos discurso sobre corpo e gênero contidos nas enciclopédias sexuais publicadas no Brasil nas décadas de 1980 a 1990, adolescência e sexualidade nas páginas das revistas, sexualidade como tema transcersal nas escolas, da teoria à prática, jovens estudantes falam de adolescência, gênero e aids, adolescentes pais e seus pais, o velho atualizado e o novo reinventado, masculinidade tradicional hegemônica e relações amorosas, o caminho da judicialização e a produção de subjetividade da criança vitima de incesto, considerações sobre falas e trajetóricas de adolescentes em situação de exploração sexual, a relação entre pesquisadores, sujeitos e comunidades: encontros ao som de antrhropological blues, gênero e trabalho, considerações sobre a organização/divisão sexual do trabalho em um assentamento coletivo do MST, agricultores e agricultoras familiares vivenciando mudanças e permanências na conversão para agricultura orgânica, mulheres em ocupações tradicionalmente masculinas e sentidos do trabalho, entre outros assuntos.

DIALOGICIDADE E REPRESENTAÇÕES SOCIAIS – O livro Dialogicidade e representações sosiciais: as dinâmicas da mete (Vozes, 2006), da professora tcheca Ivana Markova, trata sobre as mudanças do problema epistemologia para a psicologia social, pensamento e antonomias, linguística e antinomias dialógicas, pensando pela boca, representações sociais, tríade dialógica e processos de três componentes, entendendo themata e gerando representações sociais, entre outros assuntos.

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