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sábado, 5 de março de 2022

EDUCAÇÃO & OUTRAS APRENDIZAGENS

 

 Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.

Pensamento da poeta Cora Coralina (1889-1985), Veja mais dela aqui e aqui.

 

A COMUNICAÇÃO ESCRITA DE CLAUDE LÉVI-STRAUSS

A EDUCAÇÃO

A EDUCAÇÃO DE JOHANN PESTALOZZI

A EDUCAÇÃO DE PAULO FREIRE

I

II

III

A EDUCAÇÃO PÓS-GUERRA DE TEODOR ADORNO

A LIBERDADE DE SUSAN NEIMAN

A LINGUAGEM DA JUVENTUDE DE JESUS MARTIN-BARBERO

A LINGUAGEM DE JEAN COHEN

A LINGUAGEM DE MARINA YAGUELLO

A LINGUAGEM DE ROLAND BARTHES

A PALAVRA & O GESTO DE LUIZ ALBERTO SANZ

A TRANSFORMAÇÃO DE MARTHA ROBLES

ANÁLISE LITERÁRIA

APRENDER & PESQUISA DE PEDRO DEMO

BIBLIOTECA DE RICHARD HOGGART

CIBERTEXTUALIDADE DE LUCIA SANTAELLA

CONHECIMENTO DE MIGUEL DE UNAMUNO

CONHECIMENTO E INCONSCIENTE DE MELANIE KLEIN

DESENVOLVIMENTO PSICOLÓGICO & EDUCAÇÃO

DO DIÁLOGO & DO DIALÓGICO DE MARTIN BUBER

EDUCAÇÃO & DIREITO À SAÚDE

EDUCAÇÃO, DIREITO & MEIO AMBIENTE

EDUCAÇÃO, ESTUDOS & PESQUISAS

EDUCAÇÃO PARA COMUNHÃO DE COMENIUS

EDUCAÇÃO & A TÉCNICA DE DERMEVAL SAVIANI

EDUCAÇÃO & ESCOLA DE MARIA SIMONE FERRAZ PEREIRA

ENSINAR O QUE NÃO SE SABE DE RUBEM ALVES

ESCOLA & TRABALHO DE MOISEY MIKHAYLOVICH PISTRAK

LEITURA & MEDO DE ALBERTO MANGUEL

LEITURA & MUNDANÇA TECNOLÓGICA DE JOSÉ DE MELLO JÚNIOR

LINGUA & LIBERDADE DE CELSO PEDRO LUFT

LINGUAGEM & LINGUÍSTICA DE SAUSSURE

MUNDO DA LEITURA DE MARISA LAJOLO

O AMOR PEDAGÓGICO DE WALTER BENJAMIM

O BRASIL ANTENADO DE ESTHER HAMBURGER

O CONHECIMENTO DE PLATÃO

O CONHECIMENTO & A TECNOLOGIA DE ANTÔNIO BRAGANÇA

O CORPO E SUAS REPRESENTAÇÕES DE MÁRCIA STRAZZACAPPA HERNÁNDEZ

O LEITOR & O NAVEGADOR DE ROGER CHATIER

O PROFESSOR DE BERTRAND RUSSEL

OS DIREITOS HUMANOS DE WANGARI MAATHAI

PALAVRA & LINGUAGEM DE MIKHAIL BAKHTIN

REFLEXÕES LITERÁRIAS DE STENDHAL

SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO SEXUAL

SEXUALIDADE HUMANA

VIOLÊNCIA EM DEBATES DE JÚLIA FAVELINE ALVES

VIOLÊNCIA DE BENEDETTO CROCE

VIOLÊNCIA DE HANNAH ARENDT


terça-feira, 13 de janeiro de 2015

DIÁLOGOS SOBRE O CONHECIMENTO, DE PAUL FEYERABEND


[...] Os diálogos recolhidos neste livro são imperfeitos sob muitos aspectos, 0 que e verdade especialmente para 0 segundo.Trata-se de minha réplica a uma variedade de escritos recolhidos para uma Festschrift em minha (des)honra. A maior parte dos ensaios tem a ver com um livro que escrevi em 1970, publicado em 1975, e que, no que me diz respeito, e agora água passada. Alem disso, os artigos me atribuem uma doutrina (sobre 0 conhecimento e sobre 0 método), ao passo que minha opinião era, e ainda agora, que nem 0 conhecimento nem a realidade podem ser aprisionados ou regulados por um resumo geral ou por uma teoria (as teorias científ1cas não são aquilo que os filósofos de inclinações realistas creiam que sejam). O segundo diálogo tenta explicar essa situa um pouco complicada. O primeiro reflete a situação do meu seminário em Berkeley; 0 doutor Cole tem pouco a ver comigo, mas algumas personagens (não identificáveis pelo nome) constituem uma homenagem a alguns alunos maravilhosos que tive. Os diálogos são filosóficos num sentido muito genérico e não técnico. Poderiam até ser chamados desconstrutivistas, se bem que 0 meu guia tenha sido Nestroy (que foi lido por Karl Kraus) e não Derrida. Quando fui entrevistado pelo diário italiano A Repubblica fizeram-me a seguinte pergunta: "0 que 0 senhor pensa dos atuais desenvolvimento da Europa Oriental e 0 que a filosofia tem a dizer sobre esses seus argumentos?" Minha resposta talvez explicaria um pouco melhor minha atitude. Estas são duas perguntas inteiramente diversas - eu disse. A primeira é dirigida a um ser humano vivo e mais ou menos adequadamente pensante, com seus sentimentos, seus preconceitos, suas necessidades, isto é, a mim. A segunda e dirigida a algo que não existe, a um monstro abstrato, a "filosofia". A filosofia e ainda a menos unitária das ciências. Existem escolas filosóficas que se conhecem pouco entre elas ou se combatem ou se desprezam reciprocamente. Algumas dessas escolas, a do empirismo lógico, por exemplo, não enfrentaram quase nunca os problemas que surgem agora; alem disso, não ficariam demasiado felizes de encorajar os sentimentos religiosos que tem acompanhado tais desenvolvimentos (em alguns países da América do Sul,a religião está na primeira linha na batalha pela libertação).Outras, por exemplo os hegelianos, traçam longos romances para descrever os eventos dramáticos e sem dúvida começaram a cantá-los - ninguém sabe com que resultados. Alem do mais, apenas raramente existe uma estreita relação entre a filosofia de uma pessoa e 0 seu comportamento político. Frege foi um pensador agudo sobre as questões de lógica e sobre os fundamentos da matemática, mas a política que comparece em seus diários e do tipo mais primitivo. E é exatamente essa a desgraça; acontecimentos como aqueles que sucedem agora na Europa do Leste e, notoriamente, em outras partes do globo e, de um modo mais geral, todos os eventos que envolvem os seres humanos, eludem os esquemas intelectuais - cada um de nós e chamado, individualmente, a reagir e quiçá a tomar uma posição. Se a pessoa que reage é humana, afetuosa, não egoísta, então pode ocorrer que 0 conhecimento da historia, da filosofia, da política e até da física (Sakharov!) sejam úteis, porque ele ou ela podem aplicá-los de um modo humano. Digo "pode ocorrer", porque  excelentes pessoas que se apaixonaram por filosofias abomináveis e explicaram suas ações de maneira desencaminhante e perigosa. Czeslaw Milosz e um exemplo e 0 discuti em Adeus à Razão . Fang Lizhi, 0 astrofísico e dissidente chinês é outro. Ele procura justificar sua luta pela liberdade, fazendo referencia aos direitos universais que "não consideram raça, língua, religião e outras convicções". O universo físico - diz ele - obedece a um "principio cosmológico" nele, todo lugar e direção equivalem a todo outro lugar e direção; a mesma coisa - diz ele - deveria aplicar-se ao universo moral. Essa é ainda a velha tendência universalizante e que vemos claramente aonde leva. De fato, se "não consideramos" as características raciais de um rosto, se não fazemos caso do ritmo de sons que fluem de sua boca, se eliminamos os gestos particulares e culturalmente determinados que acompanham 0 discurso, então não temos mais um ser humano vivo, temos uum monstro, que este morto, não livre. Alem disso, 0 que tem a ver 0 universo físico com a moralidade? Suponhamos, como os gnósticos, que ele seja uma prisão, deveremos, então, adaptar nossos comportamentos morais a suas características carcerárias? É verdade que hoje 0 gnosticismo não é popular, mas as descobertas mais recentes indicam que cedo também 0 "princípio cosmológico" poderia ser um assunto pertencente ao passado. Deveremos mudar nossos comportamentos morais quando isso ocorrer? Apenas raramente uma filosofia sensível encontra uma pessoa sensível que a usa então de um modo humano.Vaclav Havel constitui um exemplo e demonstra claramente que não é a filosofia que deve ser estimulada pelo evoluir das coisas, mas em cada pessoa individualmente. De fato, repetindo-me, a "filosofia" entendida como âmbito de atividade bem determinado e homogêneo existe tão pouco quanto a "ciência". Há as palavras, há também os conceitos, mas a existência humana não revela traço das fronteiras implícitas nos conceitos.


DIÁLOGOS SOBRE O CONHECIMENTO – A obra Diálogos sobre o conhecimento, do filósofo e físico austríaco, Paul Feyerabend (1924-1994), ao abordar nas suas partes compostas pela fantasia platônica e ao termino de um passeio não filosófico entre os bosques, trata das ideias do autor que geraram grande interesse e polêmicas nos meios científicos e acadêmicos, dedicando-se à análise dos fundamentos das teorias físicas e da epistemologia da ciência, procurando esclarecer e circunscrever a natureza e o alcance dos pontos de vista quanto aos conceitos científicos e filosóficos aplicáveis à realidade e à atualidade.

REFERÊNCIA
FEYERABEND, Paul. Diálogos sobre 0 conhecimento. São Paulo: Perspectiva, 2008.

Veja mais aqui.


sábado, 18 de outubro de 2014

O MISTÉRIO DA CONSCIÊNCIA, DE ANTÓNIO DAMÁSIO


O MISTÉRIO DA CONSCIÊNCIA – O livro O mistério da consciência: do corpo e das emoções ao conhecimento em si, de António Damasio, trata na primeira parte do problema da consciência, mente, comportamento e cérebro, reflexão sobre dados neurológicos e neuropsicológicos e a busca do self. Na segunda parte aborda a emoção e o sentimento, excurso histórico, a função biológica das emoções, indução de emoções, a mecânica da emoção, o substrato para a representação de emoções e sentimentos, a consciência central, a música do comportamento e as manifestações externas da consciência, estado de vigília, atenção e comportamento intencional e o estudo da consciência por sua ausência, linguagem e consciência, ,emória e consciência e a consciência de David. Na terceira parte trata da biologia do conhecimento a partir do organismo e do objeto, o corpo como sustentáculo do self, a necessidade de estabilidade, o meio interno como precursor do self, a gestão da vida, a invariância do organismo e a impermanência da permanência, as raízes da perspectiva individual, da propriedade e da condição de agente, o mapeamento dos sinais do corpo, o self neural, estruturas cerebrais necessárias para implementar o proto-self, estruturas cerebrais que não são necessárias para implementar o proto-self, a produção da consciência central, a necessidade de um padrão neural de segunda ordem, as imagens do conhecimento, a natureza não verbal da consciência central, a naturalidade da narrativa sem palavras, palavra sobre o homúnculo, avaliação da consciência ampliada e seus distúrbios, amnésia global transitória, anosognosia, assomatognosia, o transitório e o permanente, a base neuroanatômica do self autobiográfico, identidade e individualidade, o inconsciente, o self da natureza e o self da cultura, a neurologia da consciência, os fundamentos para um papel das estruturas do proto-self na consciência, sono e coma, 5eflexão sobre os correlatos neurais do coma e do estado vegetativo persistente, a formação reticular ontem e hoje e a anatomia do proto-self da perspectiva de experimentos clássicos. Na quarta parte fala a respeito dos sentimentos, o substrato dos sentimentos de emoção, da emoção ao sentimento consciente, a relação obrigatória dos sentimentos com o corpo, emoção e sentimento após transecção da medula espinhal, lições da síndrome do encarceramento, a inconsciência e seus limites, mente e cérebro, entre outras importantes abordagens.

REFERÊNCIA
DAMÁSIO, Antônio. O mistério da consciência: do corpo e das emoções ao conhecimento em si. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

Veja mais aqui e aqui.


sexta-feira, 4 de julho de 2014

ELAS NÃO SABEM O QUE DIZEM, DE MAUD MANNONI


ELAS NÃO SABEM O QUE DIZEM – A obra Elas não sabem o que dizem: Virginia Woolf, as mulheres e a psicanálise, da psicanalista francesa de origem neerlandesa, Maud Mannoni (1923-1998), aborda temas como o nascimento de uma escritora, o peso do passado no presente, uma linguagem sem palavras, entre fome e desejo, o desaparecimento da mãe, a mulher existe?, a revolta, trauma de abandono, agressividade, castração, mecanismos de defesa, educação, fala, fantasia, horror, jogo, lembrança, corpo da mãe, mito, nascimento, ódio, amor, paternidade, distinção entre imaginário e simbólico, o real, sexo, teatro, verdade, vergonha, violência, entre outros importantes assuntos.


REFERÊNCIA
MANNONI, Maud. Elas não sabem o que dizem: Virginia Woolf, as mulheres e a psicanálise; Rio de Janeiro: Zahar, 1999.

Veja mais Psicologia.

domingo, 6 de abril de 2014

A ÁRVORE DO CONHECIMENTO DE MATURANA E VARELA




A ÁRVORE DO CONHECIMENTO DE MATURANA E VARELA – A obra A árvore conhecimento: as bases biológicas da compreensão humana, de Humberto R. Maturana e Francisco J. Varela, trata de assuntos como conhecer o conhecer, a organização do vivo, história, reprodução, hereditariedade, a vida dos metacelulares, a deriva natural dos seres vivos, domínios comportamentais, sistema nervoso e conhecimento, os fenômenos sociais, domínios linguísticos e consciência humana, a árvore do conhecimento, entre outros assuntos acerca da teoria do conhecimento.

REFERÊNCIA
MATURANA, Humberto; VARELA, Francisco. A árvore conhecimento: as bases biológicas da compreensão humana. São Paulo: Palas Athena, 2001.

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