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sábado, 5 de setembro de 2015

MEIO AMBIENTE NA ESCOLA


MEIO AMBIENTE NA ESCOLA – Para abordar a temática proposta faz-se necessário efetuar uma revisão da literatura com abordagem aos conceitos e origens da ecologia, o homem e sua ação no progresso e na degradação, as previsões da Constituição Federal de 1988, a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a LDB, o meio ambiente e a educação ambiental, a educação e os seus princípios, a educação ambiental e seus conceitos e aplicações, a transversalidade e o desenvolvimento sustentável.

REFERÊNCIAS BÁSICAS
AGENDA 21 BRASILEIRA. Debates estaduais. Propostas de Alagoas. Maceió: Banco do Nordeste/IMA/SUDENE, 2000.
AGUESSE, Pièrre. Chaves da ecologia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971.
ALAGOAS. Estratégia de desenvolvimento. Processo de Planejamento estratégico de Maceió. Maceió: Prefeitura Municipal de Maceió/Secretaria Municipal de Planejamento, 1997.
ALBUQUERQUE, Junia Ivo. A educação ambiental na Escola Técnica Federal de Alagoas. Monografia do Curso de Especialização em Análise Ambiental. Maceió: Agosto,1993.
ALVES-MAZZOTTI, Alda J. & GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira, 1998.
ARAUJO, Ulisses Ferreira. Temas transversais em educação. São Paulo: Ática, 1998
BAPTISTA FILHO, Olavo. O homem e a ecologia: atualidades sobre problemas brasileiros. São Paulo: Pioneira, 1977
BRANCO, Samuel Murgel. O meio ambiente em debate. São Paulo: Moderna, 1988.
BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais. Brasília: Ministério da Educação/Secretaria de Educação Média e Tecnológica, 1999.
______. Subsídios técnicos para elaboração do relatório nacional do Brasil para a CNUMAD. Versão Preliminar. Brasília: CIMA, 1991.
______. Educação profissional: um projeto para o desenvolvimento sustentado. Brasília: Ministério do Trabalho, 1995
_____. Educação profissional: parâmetros curriculares da educação profissional de nível técnico. Área profissional: Meio Ambiente. Brasília: MEC, 2000.
______. Educação Profissional: referenciais curriculares nacionais da educação profissional de nível técnico. Introdução. Brasília: MEC, 2000.
BURNHAM, T. F. Educação ambiental e reconstrução do currículo escolar. Campinas: Papirus, 1993
BURSZTYN, Marcel (org). Para pensar o desenvolvimento sustentável. São Paulo: Brasiliense, 1993.
CARNEIRO, Moaci Alves. LDB Fácil. Petropólis: Vozes, 1998
CASTRO, Newton (Coord.). A questão ambiental e as empresas. Brasília: SEBRAE, 1998.
CHIAVENATO, Júlio José. O massacre da natureza. São Paulo: Moderna, 1989.
DAJOZ, Roger. Ecologia geral. São Paulo: Vozes/Universidade de São Paulo, 1973
DESLANDES, Suely Ferreira. Teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 1994
DIAS, Genebaldo Freire. Educação ambiental: princípios e práticas. São Paulo: Gaia, 1994.
DIEGUES, Antonio Carlos. Desenvolvimento sustentável ou sociedades sustentáveis: da crítica dos modelos aos novos paradigmas. in: São Paulo em Perspectiva, 6 (1-2) 22-29, jan/jun, 1992. P.28
DORNAS, R. Diretrizes e bases da educação nacional. Belo Horizonte: Modelo, 1997
FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1975.
GADOTTI, Moacir (Org). Perspectivas atuais da educação. Porto Alegre: Artmed, 2000
GOMES, Celeste L. S. Pereira. Responsabilidade e sanção penal nos crimes contra o meio ambiente. São Paulo: Editora Oliveira Mendes, 1998.
HELENE, Maria E.M. & BICUDO, Marcelo Briza. Sociedades sustentáveis. São Paulo: Scipione, 1994
KUENZER, A Z. Ensino médio e profissional. São Paulo: Cortez, 1997
LOPES, Mauricio Antonio Ribeiro Lopes. Código penal. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2000.
MAIOLINO, Sílvia. É preciso saber. Rio de Janeiro: Revista Bio, p.31-33, set/out, 1993.
MARTINS, Marcos Francisco. Ensino técnico e globalização: cidadania ou submissão? São Paulo: Autores Associados, 2000.
MEDINA, Naná Minimi. Breve Histórico da Educação Ambiental, in: Educação ambiental: caminhos trilhados no Brasil. Brasília: IPÊ, 1997.
NOVAES, Washington (Coord). Agenda 21 brasileira - bases para discussão. Brasília: MMA/PNUD, 2000.
OLIVEIRA, Elísio Marcio de. Educação ambiental: uma possível abordagem. Brasília: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, 1996.
OLIVEIRA, Gabriela P. A educação ambiental e a formação dos jovens. In: Educação Ambiental: caminhos trilhados no Brasil. Brasília: IPÊ, 1997.
OLIVEIRA, Paulo Jorge et alli. Diagnóstico do curso de saneamento da Escola Técnica Federal de Alagoas. Maceió: CEFET, 1998
PÁDUA, Suzana Machado, & TABANEZ, Marlene Francisca (org). Educação Ambiental: caminhos trilhados no Brasil. Brasília: Instituto de Pesquisas Ecológicas, 1997.
PASTL, Alois. O saneamento básico na melhoria da qualidade de vida em pequenas comunidades. Projeto de pesquisa. Maceió: CEFET, 1997.
RODRIGUES, Luiz Dias (org.). Educação popular: temas convergentes. João Pessoa: Editora Universitária, 1999.
RODRIGUES, Sérgio de Almeida. Destruição e equilíbrio: o homem e o ambiente no espaço e no tempo. São Paulo: Atual, 1989.
SACHS, Ignacy. Estratégias de transição para o século XXI. in: Para pensar o desenvolvimento sustentável.  São Paulo: Brasiliense, 1993.
SANTOS, Elizabeth da Conceição. Escola de Educação Ambiental. in Educação Ambiental, Brasília: IPÊ, 1997.
SARMENTO, George. Meio ambiente: crimes e contravenções. Maceió: Projeto IMA/GTZ, 1994.
SILVEIRA, Flávia Peixoto. Seminário sobre educação ambiental e participação comunitária. Rio de Janeiro: Revista Engenharia Sanitária, 24:4, out/nov/dez/, 1985, p. 436-438.
SORRENTINO, Marcos. Universidade, formação ambiental e educação popular. in: Temas em educação. João Pessoa: UFPB, 1995
TOMMASI, Luiz Roberto. A degradação do meio ambiente. São Paulo: Nobel, 1976
UNESCO. Conferência intergovernamental sobre educação ambiental. Informe final. Paris, 1978.
YUS, Rafael. Temas transversais: em busca de uma nova escola. Porto Alegre: Artmed, 1998.
WEID, Nahyda von der. A formação de professores em educação ambiental à luz da Agenda 21. in: Educação ambiental: caminhos trilhados no Brasil. Brasília: Ipê, 1997

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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

GESTÃO AMBIENTAL DO TRABALHO


GESTÃO AMBIENTAL DO TRABALHO – Para desenvolver trabalho acadêmico sobre esta temática, convem tratar inicialmente acerca do meio ambiente e da gestão ambiental, com fundamentação conceitual e abordagem histórica, tratando, a partir de então, do meio ambiente do trabalho para, em seguida, trazer a questão da gestão do trabalho e da gestão ambiental do trabalho, articulando-se conteúdos atinentes ao meio ambiente nas áreas de direito, administração, psicologia e saúde.

REFERÊNCIAS BÁSICAS
ACSELRAD, Henri. Meio Ambiente e Democracia. Rio de janeiro: Graphos, 1992.
AGENDA 21. O caso do Brasil: Perguntas e respostas. Brasília: MMA, 1998.
AGENDA 21 BRASILEIRA. Debates estaduais. Propostas de Alagoas. Maceió: Banco do Nordeste/IMA/SUDENE, 2000.
AGUESSE, Pièrre. Chaves da ecologia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971.
ALBUQUERQUE, Lindolfo G. Competitividade e Recursos Humanos. Revista de Administração, São Paulo, v.27, n.4, p. 16-29, out /dez. 1992.
ANDRADE, Rui Otávio Bernardes; TACHIWA, Takeshy; CARVALHO, Ana Barreiros. Gestão Ambiental: Enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. São Paulo: Makron , 2000.
ANTUNES, Paulo de Bessa. Direto ambiental. Rio de Janeiro: Lúmen Jures, 2001.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT_. NBR ISO 14001 - Sistema de Gestão Ambiental - Especificação e Diretrizes para uso. Brasil: ABNT, outubro de 1996
BANDEIRA, Fabio. Direito do trabalho. Taquara/RS: FACCAT, 2010.
BAPTISTA FILHO, Olavo. O homem e a ecologia: atualidades sobre problemas brasileiros. São Paulo: Pioneira, 1977.
BARBOSA, Bia. A natureza contra-ataca. Revista Veja, São Paulo. Abril, 1696:92-95, 18abr2011.
BARROS, Henrique M. et al, Gerenciamento Participativo de Estuários e Manguezais. Maceió: Edufal 2000.
BENJAMIN, Antonio Herman V. Dano Ambiental Prevenção, Reparação e Repressão. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1993.
BOWDITCH, James L.; BUONO, Anthony F. Elementos de comportamento organizacional. São Paulo: Pioneira, 1992.
BRANCO, Samuel Murgel. O meio ambiente em debate. São Paulo: Moderna, 1988.
BRASIL. Constituição Federal, Código Civil, Código de Processo Civil. Yussef Said Cahali (org.) São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001.
_______. A Lei da Natureza. Lei 9.605, de 12.02.1998. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal, 1998.
_______. NBR ISO 14001 (Sistema de Gestão Ambiental - Especificação e Diretrizes para uso). Brasília: ABNT, outubro de 1996.
________. Segurança e medicina no trabalho. Normas Regulamentadoras. São Paulo: Atlas, 1999.
______. Consolidação das Leis do Trabalho. São Paulo: Saraiva, 1992.
______. Comissão Mundial sobre Ambiente e Desenvolvimento Nosso Futuro Comum. Rio de Janeiro: FGV, p. 44-50, 1988.
______ O Desafio do Desenvolvimento Sustentável – Relatório do Brasil para a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. CIMA, 1991.
______. Nosso futuro comum: Relatório de Brundtland. Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Rio de Janeiro. Fundação Getúlio Vargas, 1991.
BURSZTYN, Marcel (org). Para pensar o desenvolvimento sustentável. São Paulo: Brasiliense, 1993.
CALLENBACH, E., et al. Gerenciamento ecológico – Eco-Manangement – Guia do Instituto Elmwood de Auditoria Ecológica e Negócios Sustentáveis. São Paulo: Cultrix, 1993.
CAPOBIANCO, João Paulo Ribeiro. Um tiro na Lei de Crimes Ambientais. Revista Ciência Hoje; vol. 24 n. º 143/outubro de 1998, p. 45 a 47.
CARRAMENHA, Roberto. Direito da Natureza. São Paulo: Mantiqueira, 1999.
CASTRO, Newton (Coord.). A questão ambiental e as empresas. Brasília: SEBRAE, 1998.
Carvalho, G. (2004). Gestão do conhecimento. Ponta Grossa: CEFET.
CARVALHO, Marcos de. O que é a Natureza? Brasília: Brasiliense, 1991.
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos. São Paulo: Atlas, 1997.
______. Introdução à teoria geral da administração. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
CONTI, Laura. Ecologia – Capital, Trabalho e Ambiente. São Paulo: Hucitec, 1986.
COSTA, Ennio C. da. Física aplicada à construção: conforto térmico. São Paulo, Blucher, 1974.
COUTO, Hudson. Temperaturas Extremas. Fisiologia do Trabalho Aplicada. Belo Horizonte: Ibérica, 1978.
CUNHA, Luis Henrique; COELHO, Maria Célia Nunes. Política e gestão ambiental. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.
DAJOZ, Roger. Ecologia geral. São Paulo: Vozes/Universidade de São Paulo, 1973
DERANI, Cristiane. Direito ambiental econômico. São Paulo: Max Limonad, 1999.
DESTRO, Ernesto. Aspectos relevantes do trabalho informal no Brasil. Presidente Prudente/SP: FIAET, 2002.
DIAS, Genevaldo Freire. Educação ambiental: princípios e práticas. São Paulo: Gaia, 2000.
DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2007.
DIEGUES, Antonio Carlos. Desenvolvimento sustentável ou sociedades sustentáveis: da crítica dos modelos aos novos paradigmas. São Paulo em Perspectiva, 6 (1-2) 22-29, jan/jun, 1992.
DRUCKER, Peter Ferdinand. Administrando em tempos de grandes mudanças. São Paulo: Pioneira, 1996.
________. Administração de Organizações sem fins Lucrativos. São Paulo: Pioneira, 1997.
ERICKSON, Jon. Nosso planeta está morrendo. São Paulo: McGraw–Hill, 1992
FIORILO, Celso Antonio Pacheco e RODRIGUES, Marcelo Abelha. Manual de Direito Ambiental e Legislação Aplicável. São Paulo: Max Limonad, 1999.
FLORES, Alder. Legislação ambiental. Maceió: Fejal/Cesmac, 2007.
FONSECA, Saskya Araujo. Levantamento florístico do Parque Municipal de Maceió – Alagoas. Maceió: UFAL, 2007.
FREIRE, Joaquim Carlos. Meio ambiente e sustentabilidade. Brasília: Autor, 2011.
GADOTTI, Moacir. Pedagogia da Terra. São Paulo: Pierópolis, 2000.
GILBERT, Michael J. ISO 14001/BS 7750: Sistema de Gerenciamento Ambiental. São Paulo, IMAM, 1995.
GOMES, Celeste L. S. Pereira. Responsabilidade e sanção penal nos crimes contra o meio ambiente. São Paulo: Oliveira Mendes, 1998.
GOMES, Josir Simeone; SALAS, Joan M. Amat. Controle de gestão: uma abordagem contextual e organizacional. São Paulo: Atlas,1999
GRANDI L., S. Desenvolvimento da indústria da construção no Brasil: mobilidade e acumulação do capital e da força de trabalho. São Paulo: USP, 1985
GROTT, João Manoel. Meio ambiente do trabalho: prevenção, a salvaguarda do trabalhador. Curitiba: Juruá, 2003.
GUATTARI, Félix. As Três Ecologias. São Paulo: Papirus, 1999.
HELENE, Maria E.M. & BICUDO, Marcelo Briza. Sociedades sustentáveis. São Paulo: Scipione, 1994.
IMPARATO, Nicholas & HARARI, Oren. A grande virada. Rio de Janeiro: Campus, 1997
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MELLO, C.A.B. de. Elementos do Direito Administrativo. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1991.
MILARÉ, Edis. Direito do Ambiente. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1997.
MONTEIRO, Maria Inês; ORNELLAS, Thuê. Aspectos históricos, culturais e sociais do trabalho. Revista Brasileira de Enfermagem, vol. 59, nº 4, Brasilia jul/ago 2006.
MORAIS, Alexandre. Direito Constitucional. São Paulo: Atlas, 1999.
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NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Iniciação ao direito do trabalho. São Paulo: LTr, 2000.
NOVAES, Washington (Coord). Agenda 21 brasileira - bases para discussão. Brasília: MMA/PNUD, 2000.
OLIVEIRA, Antonio Inagê de Assis. Introdução à legislação ambiental brasileira e licenciamento ambiental. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2005.
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PIMENTEL, Dilma. Sistema de gestão integrado. Maceió: Unifal/Otimiza Consultoria, 2008.
PINTO, José Mauricio Pereira. Política ambiental nas áreas de proteção. Apostila. Maceió, 2008.
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RIZZATTO NUNES, L.A. O princípio constitucional da dignidade da pessoa humana. São Paulo : Saraiva, 2002.
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RODRIGUES, Sérgio de Almeida. Destruição e equilíbrio: o homem e o ambiente no  espaço e no tempo. São Paulo: Atual, 1989.
SACHS, Ignacy. Estratégias de transição para o século XXI. Para pensar o desenvolvimento sustentável.  São Paulo: Brasiliense, 1993.
SARMENTO, George. Meio ambiente: crimes e contravenções. Maceió: Projeto IMA/GTZ, 1994.
SCHONARDIE, Elenise Felzke. Dano ambiental: a omissão dos agentes públicos. Passo Fundo: Universidade de Passo Fundo, 2005.
SILVA, Aécio Moura. Estudo de impacto ambiental: planejamento ecológico. João Pessoa: SUDEMA, 1989.
SILVA, Edson Braz. Responsabilidade civil, penal, trabalhista e previdenciária decorrentes de acidente do trabalho. 8º. Congresso Goiano de Direito do Trabalho e Processo do Trabalho. Goiana: UCP/Academia Goiana de Direito, 1999.
SILVA, José Afonso. Direito ambiental constitucional. São Paulo: Malheiros, 1995.
______. Curso de direito constitucional positivo. São Paulo: Malheiros, 2002.
SILVA, Wilson. Gestão da saúde no ambiente de trabalho: a experiência com um programa de promoção da saúde numa empresa de cosméticos. São Paulo: CU/Senac, 2007.
SILVA-SANCHES, S.S. Cidadania ambiental: novos direitos no Brasil. São Paulo: Humanitas/UPS, 2000.
SOUZA, N.M. Educação ambiental: dilemas da prática contemporânea. Rio de Janeiro: Thex/Estácio de Sá, 2000.
SUSSEKIND, Arnaldo. Convenções da OIT. São Paulo: LTr, 1998.
TACHIZAWA, Takeshy. Gestão ambiental e o novo ambiente empresarial, Brasília, Futura, n.32, p. 38-48, 2001.
TEIXEIRA, João Carlos. Temas polêmicos de direito do trabalho e processo do trabalho. São Paulo: LTr, 2000.
TIBOR. Tom; FELDMAN, Ira. ISO 14000: Um guia para as novas normas de gestão ambiental. São Paulo: Futura, 1996.
TOMMASI, Luiz Roberto. A degradação do meio ambiente. São Paulo: Nobel, 1976
UNESCO. Conferência intergovernamental sobre educação ambiental. Informe final. Paris, 1978.
_____. Educação para um futuro sustentável: uma visão transdisciplinar para uma ação compartilhada. Brasília: IBAMA, 1999.
UNGER, Mangabeira Nancy. Fundamentos Filosóficos do Pensamento Ecológico. Rio de Janeiro: Loyola, 1992.
VARGAS, N. et al. A prática da fraqueza e da "discordância": a participação dos trabalhadores na gestão de uma construtora. Rio de Janeiro: UFRJ/COOPE, 1984
VIEIRA, Paulo Freire. Gestão de Recursos Naturais Renováveis e Desenvolvimento. São Paulo: Cortez, 1998.
VIOLA, Eduardo. LEIS, Héctor R. et al. Meio Ambiente, desenvolvimento e cidadania. São Paulo: Cortez, 1995.

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domingo, 16 de agosto de 2015

PSICOLOGIA AMBIENTAL


PSICOLOGIA AMBIENTAL – A preocupação com a relação ser humano e ambiente é uma das pautas que tem levado aos mais diversos debates em todo planeta. Isso devido ao aumento populacional e a intervenção humana no meio ambiente por meio do uso dos recursos naturais, represamento dos rios, o uso da água, o consumo de fertilizantes, a população urbana, o consumo de papel e a quantidade de veículos a motor que atuam modificando a natureza que se encontra diante de transformações como aquecimento global, desastres naturais, extinção de espécies, destruição da camada de ozônio e das florestas tropicais, entre outros graves acidentes.
Detecta-se, portanto, uma crise ambiental que, segundo Santos (2005), Pinheiro (2005), Wiesfeld (2005), Tassara e Rabinovich (2003), tem envolvido e levando à mobilizações da sociedade na busca por uma conscientização ambiental que se efetive de forma mais incidente sobre a preservação do meio ambiente.
Observam Moser (2005), Pinheiro (2003), Morval (2007) e Maior, Zutira e Bezerra (2007), que o homem tem mantido a todo instante e desde as mais remotas eras, uma interação com o ambiente que se delineia tanto predatória quanto esgotadora dos recursos naturais, necessitando, em vista disso, de uma ação que se revele educadora, conscientizadora e ativa pautada tanto na preservação como na perspectiva sustentável.
No Brasil, segundo Pinheiro (2003), o desenvolvimento da Psicologia Ambiental tem se aprofundado desde 2001 com a criação da Rede de Psicologia Ambiental Latino-Americana (REPALA), dando prosseguimento aos estudos iniciados pelo Laboratório de Psicologia Ambiental (LPA), da Universidade de Brasília, desde 1993, articulando-se com outras iniciativas como a do Laboratório de Psicologia Sócio-Ambiental e Intervenção da USP (LAPSI) e com a International Association People-Environment Studies (Associação Internacional para Estudos Pessoa-Ambiente - IAPS).
Neste sentido, a psicologia ambiental, Verdugo (2005), tem se definido como uma área ou subdisciplina da ciência psicológica mais geral, com seu objeto definido no estudo do comportamento e de seus correlatos, por meio de modos pelos quais os aspectos social e físico do ambiente influenciam o comportamento das pessoas e como as ações das pessoas, por sua vez, afetam os seus entornos. Este envolvimento torna necessária a promoção de esforços interdisciplinares a fim de abranger uma variedade diversa de dimensões (social, material) influenciadas por ou afetando o comportamento. Dessa forma, a psicologia ambiental emergiu como uma área aplicada da psicologia objetivando resolver problemas com respeito às interações ambiente comportamento. por consequência, anota Santos (2015) que se trata de uma disciplina que tem como objetivo compreender a relação pessoa-ambiente.
Entendem Alves, Sacramento e Higuchi (2004) que os conhecimentos da psicologia devem contribuir para que um processo de educação ambiental se efetive. Tal processo deve se deter a novas práticas de uso do meio que propiciem novas vivências e aprendizado, por meio de novas regras e valores tais como a solidariedade, o respeito ao saber comum que se efetivem na trajetória humana como singularidades expressas por sentimentos opostos que não se excluem, mas se complementam.
Neste sentido, observam Moser (1998b), Gunther e Rozestraten (2004), Freire e Vieira (2006) e Pinheiro, Gunther e Guzzo (2004) que a psicologia é identificada como uma ciência que possui o objeto de estudar o comportamento e, por consequência, investigar por meio da psicologia ambiental o comportamento humano e o ambiente.
Para tanto, assinalam Pinheiro (1997), Moser (1998a), Elali (2003), Di Castro (2005) e Carneiro e Bindé (1997), que essa modalidade de Psicologia está voltada para o estudo do homem em seu contexto e suas interrelações com o meio ambiente social e físico. O seu objetivo, conforme anotado por Higuchi (2002), Rabinovich (2005) e Alves e Bassani (2008), é o estudar e analisar as condições, formas e modos que se encontram inseridos nas relações entre as ações humanas e o meio ambiente, observando a mobilização dos comportamentos sociais causadores de impacto à saúde mental, analisando as percepções e interpretações entre a saúde humana e o meio ambiente. Esta ação, segundo Tassara e Rabinovich (2003), pode ser efetuada por meio de intervenções interdisciplinares, tais como com a antropologia urbana, a sociologia, a medicina, a biologia, o urbanismo, a engenharia florestal, o paisagismo, a geografia, p desenho industrial, entre outras, e utilizando-se de métodos plurais que envolvam desde a observação, a pesquisa participante ou pesquisa-ação, pesquisa experimental, entre outros.
Wiesenfeld (2005) e Morval (2007), chama a atenção que o campo de estudos da psicologia ambiental está voltado para a possibilidade de se compreender as reações individuais às condições ambientais, avaliando e percebendo os espaços físicos e suas influencias na atuação e na interação entre as pessoas e a localidade, a melhoria da conservação e edificação dos espaços e sua incidência individual, familiar e social, envolvendo conceitos como dimensões temporais, espaço pessoal, referencia ao passado e futuro da espécie, a história, ao direito ao ambiente equilibrado, à informação e à educação ambiental, atuação essa muldisciplinar com colaboração interdisciplinar devido a complexidade dos problemas ambiental.
O trabalho do psicólogo ambiental, segundo Pinheiro (1997), se dá por meio da percepção ambiental, do estudo do ambiente físico com sua dimensão social e aspectos funcionais, enfoque da interrelação e interdependência pessoa-ambiente numa visão bidirecional, entre outras ações que, segundo Santos (2015), compreendam a interação do homem com seu ambiente para desenvolver estratégias e ferramentas de aplicação e intervenção que contribuam para a mudança dessa relação de forma mais consciente. A sua ação pode se dar em conjunto com as áreas da educação, especificamente educação ambiental, com o direito ambiental, psicologia do trânsito, entre outras, utilizando-se de instrumental oriundo das atividades artísticas, a partir das visões de Vigotsky (1999), no sentido de por meio do teatro, da música e da literatura, transmitir princípios e normatizações constitucionais e da legislação ambiental, diretrizes educacionais para construção de comportamentos ambientalmente responsáveis e sustentáveis.

REFERÊNCIAS

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ALVES, M.; BASSANI, M. A psicologia ambiental como área de investigação da interrelação pessoa-ambiente. Publicação Eletrônica -II Fórum de Estudos Multidisciplinares, Centro Universitário de Franca, maio de 2008.
CARNEIRO, C.; BINDÉ, P. J. A Psicologia Ecológica e o estudo dos acontecimentos da vida diária. Estudos de Psicologia, Natal, v. 2, n. 2, p. 363-376, jul./dez. 1997.
DI CASTRO, V. O elevador como objeto de estudo da Psicologia Ambiental. Série: Textos de Psicologia Ambiental, nº 20. Brasília, DF: UnB, Laboratório de Psicologia Ambiental, 2005.
ELALI, G. O ambiente da escola – o ambiente na escola: uma discussão sobre a relação escola-natureza em educação infantil. Estudos de Psicologia 2003, 8(2), 309-319. Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2003.
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GÜNTHER, H.; ROZESTRATEN, R. A. Psicologia Ambiental: Algumas considerações sobre sua área de pesquisa e ensino. Série: Textos de Psicologia Ambiental, nº 07. Brasília, DF: UnB, Laboratório de Psicologia Ambiental, 2004.
HIGUCHI, M. Psicologia Ambiental: uma introdução às definições, histórico e campo de estudos e pesquisas. Cadernos Universitários, nº 049. Canoas: ULBRA, 2002.
MAIOR, M.; ZUTIRA, A.; BEZERRA, A.. Psicologia ambiental: estudo de caso em ambiente asilar. Tecnologia & Desenvolvimento Sustentável, Ano 1, Março/2007. CEFET – PB, 2007.
MORVAL, J. Psicologia Ambiental. Coleção Epigénese, desenvolvimento e psicologia. Lisboa: Instituto Piaget, 2007.
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