domingo, 1 de novembro de 2026

PLURIVERSALIDADE

 

PLURIVERSALIDADE - O conceito de pluriversalidade, segundo Ramose (2011), compreende o reconhecimento da constituição plural do mundo, considerando a existência de outras filosofias além das filosofias ocidentais, notadamente eurocêntricas. Neste tocante é conveniente observar que ao longo da história, diversos fatores contribuíram para o enaltecimento quase exclusivista do pensamento eurocêntrico, proporcionando o apagamento de uma diversidade de filosofias, sobretudo pela efetivação do processo colonizador e escravocrata.

Atualmente as perspectivas decolonizadoras e pluriversais são, segundo Mignolo (2018), elas próprias, dimensões relacionadas do declínio da ordem mundial ocidental “monocêntrica”, na medida em que as perspectivas decolonizadoras envolvem uma série de desafios epistemológicos, ontológicos e pragmáticos, enquanto as pluriversais dão conta da expressão afirmativa da pluralidade de maneiras que vão além dessa hegemonia.

Assim a pluriversalidade, para Mignolo (2018) é, em si, uma prática decolonizadora, pois a afirmação da pluralidade profunda torna impossíveis os modos de vida hegemônicos e totalizantes impostos pelo colonialismo. Juntas, a decolonização e a pluriversalidade formam um conjunto entrelaçado de práticas emancipatórias que prometem aprofundar e diversificar o conhecimento sobre as organizações.

A COLONIZAÇÃO - Conforme Nogueira (2014, p. 27): [...] Encontramos o problema do conhecimento, da validade dos saberes e da produção intelectual [...] a colonização implicou na desconstrução da estrutura social, reduzindo os saberes dos povos colonizados à categoria de crenças ou pseudossaberes sempre lidos a partir da perspectiva eurocêntrica. Essa hegemonia, no caso da colonização do continente africano, passou a desqualificar e invisibilizar os saberes tradicionais, proporcionando uma completa desconsideração do pensamento filosófico desses povos [...] racismo epistêmico [...].

A colonização foi processo pelo qual se deu a pulverização do eurocentrismo. E conforme Dussel (1993, p. 22): [...] Diante de cujo povo todo outro-povo “não tem direito”. É a melhor definição não só de “eurocentrismo”, mas também da própria sacralização do poder imperial do Norte e do Centro sobre o Sul, a Periferia, o antigo mundo colonial e dependente. Creio que não são necessários comentários. Os textos falam, em sua espantosa crueldade, de um cinismo sem medida, que se transforma no próprio “desenvolvimento” da “razão” ilustrada (da Aufklärung) [...]. Este é um dos objetos centrais do “mito da modernidade” que, de acordo com Dussel (1993), trata, inclusive, sobre os rostos múltiplos do povo, mostrando os vários modos de vida que foram criados pela comunicação deficiente entre o centro e a periferia criando o outro como algo imprestável e na atualidade ganhando novos contornos e sofisticados de vilipendiação.

Neste sentido entende Grosfoguel (2008, p. 209) que: “Se a única tradição do pensamento com tal capacidade de universalidade e acesso à verdade é ocidental, então não há universalismo abstrato sem racismo epistêmico”.

DESMISTIFICAÇÃO DA HISTÓRIA - O trabalho de desmistificação da história, da memória e da raça, segundo Mbembe (2016) se processa no contexto da decolonização global, envolvendo a análise crítica e o desmantelamento dos mitos da branquitude eurocêntrica que historicamente moldaram as narrativas e as estruturas de poder. Trata-se de um processo essencial para a promoção de um futuro em que diversas tradições epistêmicas sejam reconhecidas e valorizadas, permitindo que as sociedades se libertem dos legados do colonialismo e trabalhem em prol de uma comunidade global mais equitativa (MBEMBE, 2021), permitindo a percepção de complexidades históricas compartilhadas, contribuindo para a compreensão coletiva da humanidade.

PLURIVERSALIDADE DECOLONIAL – Assim, para Mignolo & Walsh (2018), trata-se de um processo que se encontra em curso nos contextos em que predominam a opressão e a violência. Uma perspectiva decolonial procede a um exame crítico sobre as questões do imperialismo e do colonialismo nos fundamentos tanto linguísticos, como heurísticos, axiológicos, ontológicos e epistemológicos da pesquisa, do currículo e do ensino. Neste sentido, a pluriversalidade decolonial, no dizer de Mignolo e Walsh (2018), é a capacidade das práticas e epistemologias locais de iluminar, relacionar ou correlacionar com as existentes em outros lugares.

Com base na revisão da literatura procedida, observa-se que os principais pilares do pensamento pluriversal estão assentados na crítica ao eurocentrismo e à colonialidade, questionando a "matriz colonial de poder" (descrita por pensadores como Aníbal Quijano), que hierarquiza saberes, estigmatizando conhecimentos indígenas, africanos, afro-brasileiros e asiáticos como "folclore" ou "crença" em vez de filosofia. Outro pilar é a plurirracionalidade reconhecendo que a razão não se expressa de uma única maneira universal, mas de formas plurais, ligadas a diferentes cosmovisões, línguas e relações com a natureza e o sagrado. Também o pilar da descentralização dos marcos de origem, recuperando debates históricos sobre as raízes da filosofia (como as conexões e influências africanas/egípcias e as filosofias originárias das Américas), mostrando que o ato de filosofar é uma capacidade humana universal, e não monopólio geopolítico da Europa. Além destes pilares, ainda há o do diálogo intercultural e heterárquico, propondo uma conexão horizontal entre diferentes tradições de pensamento — como a filosofia Bantu-Congo, as epistemologias indígenas – com os pensamentos Yanomami e Krenak -, e as filosofias africanas, onde nenhum saber subjuga o outro.

Há que se considerar alguns temas fundamentais que permeiam as perspectivas decoloniais, a exemplo do hibridismo, alteridade e afirmatividade. O hibridismo, conforme Bhabha (1984, 1994), corresponde à inevitabilidade da mistura, adoção ou do mimetismo cultural, por meio dos quais os significados e as práticas culturais tomam forma através dos processos coloniais. Já a alteridade faz referência ao outro que é central na relação concernente à identidade e às relações sociais. E esta, por sua vez, está relacionada com a afirmatividade, que faz referência ao projeto positivo de decolonização, como afirmação de múltiplos modos de ser. Assim a decolonização se processa em desfazer a dominação, com o objetivo da descoberta e desvendamento dos modos de vida marginalizados, para torná-los disponíveis às possibilidades de multiplicidade e diversidade. Exemplo disso é o que propõe Noguera (2011/2012), no tocante à filosofia afroperspectivista, como uma expressão conceitual guarda-chuva, isto é, reúne diversas perspectivas e olhares, significando neste caso: “a reunião de produções filosóficas africanas, afrodiaspóricas e comprometidas com o combate ao racismo epistêmico” (NOGUERA, 2011, p. 44). Em outras palavras, filosofia afroperspectivista é todo exercício filosófico protagonizado por pessoas com pertencimentos marcados principalmente pela afrodiáspora. (NOGUERA, 2012, p.65). Ou seja, não se trata de dividir e divorciar os elementos, mas, compreendê-los de modo articulado, policêntrico, dentro de um polidiálogo, uma efetiva pluriversalidade. Denegrir, neste caso, é pluriversalizar as abordagens, revitalizando e regenerando as redes de relacionamentos políticos, econômicos, etnicorraciais, de gênero, exercícios de sexualidade, entre outras. Assim, denegrir indica um processo de dissolução das modalidades de dominação e subalternização baseadas em critérios etnicorraciais, geográficos, de gênero, na orientação sexual ou exercícios de sexualidade, etc. Portanto, denegrir tem como alvo o abandono das disputas e controles dos bens materiais e imateriais, visando uma cooperação e construção compartilhada dos poderes. (NOGUERA, 2012, p.69). Ainda exemplificando: numa pedagogia pluriversal cabem usos da etnomatemática, permitindo que uma aula de geometria possa ser um ensaio coreográfico, isto é, desfazer os limites entre o que seria da ordem cognitivo intelectual – matemática – e o que é da ordem psicomotora – a dança, a educação física. A revitalização própria de denegrir a educação pode desfazer limites, permitindo que corpo e alma possam ser sinônimos. (NOGUERA,2012, p.72).

 

REFERÊNCIAS

BHABHA, H. Of mimicry and man: The ambivalence of colonial discourse. October, 28, 125-133, 1984.

______. The location of culture. Routledge, 1994.

COOPER, F. The Dialectics of Decolonization: Nationalism and Labor Movements in Postwar French Africa. University of California Press, 1997.

______. Colonialism in question: Theory, knowledge, history. University of California Press, 2005.

DUSSEL, E. Conferência 6: Ameríndia numa visão não eurocêntrica da história mundial. In: DUSSEL, E. 1492: o encobrimento do outro: a origem do mito da modernidade. Petrópolis: Vozes, 1993. p. 89-111.

ESCOBAR, A. Encountering Development: The Making and Unmaking of the Third World. Princeton University Press, 1995.

______. Designs for the Pluriverse: radical interdependence, autonomy, and the making of worlds. Duke University Press, 2018.

GLISSAN, E. Introduction à une Poétique du Divers. Montréal: Presses de l’Université de Montréal, 1995.

______. Une nouvelle région du monde (Vol. 1: Esthétique). University of Michigan, 2008.

GROSFOGUEL, R. Para um Pluri-versalismo Transmoderno Decolonial. Tábula Rasa, Nº9: julho-dezembro/2008, p.199-215.

KAASILA-PAKANEN, A. Thinking through encounters: postcolonial essays on difference and otherness in organization studies (Doctoral Dissertation). University of Oulu Graduate School, Oulu Business School, Oulu, Finland, 2023.

LARA, J. A pluriversalidade como resistência filosófica no ensino de filosofia. Sophia - Ano VII – Volume VII – Número XXII, 2021.

MBEMBE, A. Decolonizing the university: new directions. Arts and Humanities in Higher Education, 15(1), 29-45, 2016.

______. Out of the dark night: Essays on decolonization. Columbia University Press, 2021.

MIELLY, M.; ISLAM, G.; PEREDO, A.; MUZANENHAMO, P.; IRIGARAY, H.; BAZANA, S. Perspectivas decolonizadoras e pluriversalidade decolonial na prática e na pesquisa em administração: introdução à edição especial. Cadernos Ebape/FGV, Rio de Janeiro, 2024.

MIGNOLO, W. On pluriversality and multipolar world order: Decoloniality after decolonization; dewesternization after the cold war. In B. Reiter (Ed.), Constructing the pluriverse (pp. 90-116). Duke University Press, 2018.

MIGNOLO, W.; WALSH, C. On Decoloniality: Concepts, Analytics, Praxis. Duke University Press, 2018.

NOGUERA, R. O ensino de Filosofia e a Lei 10.639. Rio de Janeiro: Pallas, 2014.

______. Denegrindo a educação: Um ensaio filosófico para uma pedagogia da pluriversalidade. Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação. Número 18: maio-out/2012, p. 62-73.

QUIJANO, A. Colonialidade do poder, Eurocentrismo e América Latina. CLACSO, 2005.

RAMOSE, M. Sobre a legitimidade e o estudo da Filosofia Africana. Ensaios Filosóficos, 2011.

SPIVAK, G. The post-colonial critic: Interviews, strategies, dialogues. Routledge, 1990.

 

Veja mais Decolonialidade aqui.

Mogobe Ramose aqui.

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sábado, 17 de outubro de 2026

sábado, 3 de outubro de 2026

ARTE NA ESCOLA

 

 

ARTE NA ESCOLA – Sugestões de atividades artísticas para serem desenvolvidas em sala de aula, sejam nos ensinos Fundamental ou Média, ou em formações pedagógicas, a partir da obra de Clarice Lispector, Adélia Prado e Conceição Evaristo, ou das reflexões de Gloria Mark, Françoise Vergès, Martha Gabriel, Kananda Eller, Xiye Bastida e Kate Kretz, como também das recreações propostas por Danica McKellar, Zadie Smith, Mel Robbins & Giva Silva. Confira.

 

O UNIVERSO LITERÁRIO DE CLARICE LISPECTOR

A POESIA DE ADÉLIA PRADO

AS ESCREVIVÊCIAS DE CONCEIÇÃO EVARISTO

MINHA CUMADI FULOZINHA,DE GIVA SILVA

ARTE HOLÍSTICA, KATE KRETZ

APELO À PAZ, AO AMOR E À ALEGRIA, FRANÇOISE VERGÈS

ARTE & MENTE AGUÇADA, DANICA MCKELLAR

AMPLITUDE DE ATENÇÃO, GLORIA MARK

FUTURISMO & TECNOLOGIA, MARTHA GABRIEL

DEUSA CIENTISTA, KANANDA ELLER

CARTA PARA AVÓ: POR QUE EU LUTO PELA JUSTIÇA CLIMÁTICA, XIYE BASTIDA

DEIXE PRA LÁ, MEL ROBBINS

SINTA-SE LIVRE, ZADIE SMITH

&

Tem mais sobre este tema aqui, aqui, aqui aqui & aqui.

 



sábado, 19 de setembro de 2026

CAOSMOSE, FÉLIX GUATTARI

 

O QUE É CAOSMOSE? – (Imagem: Pulsações do efêmero, da série Caosmose & o poema nasce do visinvisível, acervo ArtLAM). O termo Caosmose popularizou-se com a publicação da obra Caosmose: Um Novo Paradigma Estético (Ed. 34, 1992), do filósofo e psicanalista francês Félix Guattari, obra esta que se torna  um marco fundamental para se repensar os processos de produção de subjetividade, em um mundo cada vez mais marcado por fluxos de informação, mutações tecnológicas e rearranjos políticos. Nela, o autor articula conceitos como “heterogênese”, “ecosofia” e “ritornelo”, para demostrar que a subjetividade não se limita ao campo individual ou à estrutura familiar, mas é atravessada por dimensões coletivas, estéticas e maquínicas. Diante disso, ele rompe com modelos reducionistas, por meio do convite em ampliar o olhar para a forma como as instâncias psíquicas, sociais e tecnológicas se entrelaçam. Com isso, questiona a influência do capitalismo e das grandes narrativas sobre a psique, apontando caminhos para processos de re-singularização e invenção de novas formas de existir, razão pela qual a obra passa a ter importância pelo fato de emergir a capacidade de renovar a reflexão crítica, abrindo novas possibilidades para a produção e compreensão da subjetividade contemporânea. Está assentada no argumento de que não existe uma hierarquia fixa, onde uma única instância – econômica, política ou psicológica – determinaria todas as outras. Pelo contrário, sob uma interdependência complexa, em que a dimensão subjetiva se produz continuamente a partir de múltiplos fatores, uma vez que a subjetividade não deve ser vista como algo estático ou exclusivamente fruto de uma estrutura, mas ser encarada como um processo em constante produção, que ora se redefine diante de eventos históricos, ora se reinventa pela criatividade do indivíduo e pelas interações coletivas.

Trata-se, portanto, de um conceito criado pela junção das palavras caos, que significa desordem, e cosmos, ordem, indicando uma dinâmica constante na qual a desordem gera potencial criativo e dá origem a novas formas de organização. Este tema está relacionado com os estudos da esquizoismo e da filosofia da diferença desenvolvidos com Gilles Deleuze. As principais dimensões do conceito envolvem desde a subjetividade em transformação, ou seja, observando-se que a mente e a identidade não são fixas, mas formadas no fluxo contínuo entre momentos caóticos e de estruturação; a força criativa, considerando que o caos não é visto apenas como destruição, mas como um espaço fértil de onde brotam novas ideias, sociedades e obras de arte; e o paradigma estético de que a arte atua como captadora e operadora dessa passagem viva entre o caos informe e a criação de sentido.

No estudo Caosmose, desterritorialização e amorosidade na comunicação (Questões Transversais – Revista de Epistemologias da Comunicação, 2014), a professora Maria Luiza Cardinale Baptista esclarece que a palavra caosmose é emblemática para caracterizar a Ciência Contemporânea e também os processos comunicação, destacando a sustentação teórica elaborada por Félix Guattari, Gilles Deleuze e Suely Rolnik. Ressalta a professora que a máquina aqui relacionada não é a máquina mecânica, mas representação de um conjunto de fluxos e engendramentos, concretos e abstratos, em que feixes interacionais vão constituindo algo como um campo de potência para devires. Observa mais a autora que essas máquinas abstratas podem ser desde uma instituição, como uma universidade, até um território geográfico, como um país, mas implicam dimensões que extrapolam o visível, o dizível, o concreto. Tudo isso é considerado, mas simultaneamente ao que escapa às leis e às padronizações narrativas de qualquer organização maquínica. Nesse sentido, a caosmose é platô contemporâneo, marcado pelo caos em múltiplas dimensões, social, econômico, político e também em termos de maquinismos e redes midiáticas.

Na obra em estudo, o autor assinala que: [...] O mundo só se constitui com a condição de ser habitado por um ponto umbilical de desconstrução, de destotalização e de desterritorialização, a partir do qual se encarna uma posicionalidade subjetiva [...]. Assim, o ponto de partida está no fato de que a subjetividade não é algo fixo ou determinado, mas um processo em constante transformação, influenciado por fluxos sociais, econômicos, culturais e estéticos, que, no mundo contemporâneo bombardeia por meio desses fluxos, que, por sua vez, moldam nossas formas de ser, pensar e sentir. No entanto, em vez de considerar o caos resultante dessas interações como algo negativo ou desestabilizador, ele o vê como uma força criativa que possibilita novas formas de existência e de subjetividade. Neste sentido, a estética desempenha um papel central, uma vez que a arte e a criação estética têm o poder de reorganizar os fluxos de subjetividade e de abrir novas dimensões de percepção e sensibilidade. Por consequência, Guattari sugere que a estética é um paradigma central para a transformação das subjetividades contemporâneas.

Outro conceito-chave elaborado pelo autor é o de ecosofia, uma noção que combina ecologia, filosofia e ética. Para Guattari, a crise ambiental e a crise da subjetividade são profundamente interconectadas. E com isso propõe uma nova maneira de pensar sobre a relação entre os humanos e o planeta, reconhecendo a interdependência entre todos os seres e sistemas ecológicos, uma vez que a transformação das subjetividades e das relações sociais é essencial para lidar com a crise ecológica global, criticando a racionalidade instrumental do capitalismo, que busca reduzir a vida a processos de produção e consumo previsíveis e controláveis. Em suma: Caosmose é uma chamada pelo engajamento com o caos criativo do mundo, utilizando-se dessa energia para criar novas formas de vida, novas subjetividades e novas maneiras de nos relacionar com o planeta. Veja mais aqui & aqui.

 



sábado, 12 de setembro de 2026

MUNDO DA DIVERSIDADE

MUNDO DA DIVERSIDADE – Temas como cultura, sexualidade, racismo, gênero, identidade, inclusão, relacionamento, entre outros, fazem parte das discussões contemporâneas. Reuniu-se pensadores das mais diversa áreas do conhecimento para reflexão sobre a diversidade de ideias que permeiam o tempo atual, a exemplo de Rosa Mechiço, Frantz Fanon, Diagne Mbengué, Françoise Vergès, Carol Vivien Robinson, Soumaya Mestiri, Esther Pineda G., Narges Mohammadi, Janna J. Levin, Alice Flaherty, Isabelle Stengers, François Jullien, Amanda Montell, Esther Pillar Grossi, Leonore Tiefer, Aza Njeri, Kate Bornstein, Ariel Salleh, Malalai Joya, Amin Maalouf, Joanna Burigo, Cida Bento, Noemi Jaffe, Germaine Greer, Isabel Wilkerson, Alaa Murabit, Brené Brown, Mel Robbins, Abnousse Shalmani, Joacine Katar Moreira, Vanessa Nakate, Kaka Werá Jecupé, Ahed Tamimi, Nadya Tolokonnikova, Pamela Des Barres, Ursula Karven, Sarah Dunant, Samira Makhmalbaf, Hwang Bo-reum, Claudia Werneck, Min Jin Lee, Glória Steinem, Ingrid Koudela, Judith Godrèche, Sally Rooney, Teolinda Gersão, Karima Ziali, Lauren Elkin & Teresa Cárdenas. Confira:

 

APELO À PAZ, AO AMOR E À ALEGRIA, FRANÇOISE VERGÈS

FALAR AO MUNDO DA MESMA FORMA QUE OS OUTROS, DIAGNE MBENGUÉ

A BANALIZAÇÃO DA VIDA HUMANA, ROSA MECHIÇO

A LINGUAGEM DO FANATISMO, AMANDA MONTELL

ESCRITOS POLÍTICOS, FRANTZ FANON

TODOS PODEM APRENDER..., ESTHER PILLAR GROSSI

O NAUFRÁGIO DA CIVILIZAÇÃO, AMIN MAALOUF

DIVERSIDADE, KAKA WERÁ JECUPÉ

OUTRA CIÊNCIA É POSSÍVEL, ISABELLE STENGERS

ÉTICA, FILOSOFIA, GÊNERO & RAÇA, AZA NJERI

VIDA & SEXUALIDADE HUMANA, LEONORE TIEFER

RACISMO & RESISTÊNCIA, ESTHER PINEDA G.

INCLUSÃO DE VERDADE, CLAUDIA WERNECK

AS ORIGENS DOS NOSSOS DESCONTENTAMENTOS, ISABEL WILKERSON

ATIVISMO CIVIL, NARGES MOHAMMADI

GÊNERO & PÓS-VERDADE, JOANNA BURIGO

MEMÓRIA, IDENTIDADE, RESISTÊNCIA...,TERESA CÁRDENAS

BELO MUNDO, ONDE VOCÊ ESTÁ?..., SALLY ROONEY

QUEM SOU & O QUE É VOCÊ..., JUDITH GODRÈCHE

A PRÓXIMA GERAÇÃO FORA DA LEI DE GÊNERO, KATE BORNSTEIN

A LUTA DE UMA MENINA PALESTINA PELA LIBERDADE, AHED TAMIMI

GUIA DE SOBREVIVÊNCIA A BURACOS NEGROS, JANNA J. LEVIN

VIVER A VIDA, PAMELA DES BARRES

VIOLÊNCIA DO TERRORISMO, SAMIRAMA KHMALBAF

A MULHER & A REPRESSÃO, ABNOUSSE SHALMANI

MULHER, CIÊNCIA & FAMÍLIA, CAROL VIVIEN ROBINSON

ECOFEMINISMO MATERIALISTA, ARIEL SALLEH

MULHERES CAMINHAM..., LAUREN ELKIN

ELUCIDANDO A INTERSECCIONALIDADE & AS RAZÕES DO FEMINISMO NEGRO, SOUMAYA MESTIRI

PASSADO, PRESENTE, FUTURO, INGRID KOUDELA

O FIM DA LITERATURA, TEOLINDA GERSÃO

PACTO DA BRANQUITUDE, CIDA BENTO

DOENÇA DA MEIA NOITE, ALICE FLAHERTY

ORAÇÃO SEM DEUS, KARIMA ZIALI

MINHA VIDA NA ESTRADA, GLÓRIA STEINEM

BEM-VINDO À BIBLIOTECA, HWANG BO-REUM

LEVANTANDO A VOZ, MALALAI JOYA

GAGUEJA AO FALAR, FIRME AO PENSAR..., JOACINE KATAR MOREIRA

EM NOME DA FAMÍLIA, SARAH DUNANT

ABRAÇANDO A VULNERABILIDADE, BRENÉ BROWN

A VIDA AOS 50..., URSULA KARVEN

SEM AS MULHERES OS OBJETIVOS GLOBAIS NÃO VERÃO A LUZ DO DIA, ALAA MURABIT

NÃO HÁ IDENTIDADE CULTURAL, FRANÇOIS JULLIEN

DOU MINHA PALAVRA, NOEMI JAFFE

SOBRE O ESTUPRO, GERMAINE GREER

LEIA & REVOLTE-SE, NADYA TOLOKONNIKOVA

DEIXE PRA LÁ, MEL ROBBINS

A VIDA & O VIVER, MIN JIN LEE

É HORA AGORA..., VANESSA NAKATE

CANÇÃO PARA OUTROUTROS TANTOS & TODOS...