ANCESTRALIDADE
NOS DEBATES CONTEMPORÂNEOS - A
ancestralidade nos inteira a vida, humanizando-nos a nos completar com a
plenitude do autoconhecimento, para deixarmos de ser apenas matéria ocupando
lugar no espaço a socializar-se, para nos habilitar à ubiquidade da vida: pelo
que foi e será, como uma teia que nos proporciona pertencimento, identidade,
sabedoria e criatividade, pela memória e vivência que nos conectam ao amanhecer
iluminado. E muito mais significa no acolhimento de nossa dispersão, para nos
salvar da colonização, da escravização, do extermínio, do apagamento e do racismo,
restabelecendo nossa raiz e curando nossas feridas com os povos originários e afrodescendentes.
Tal condução
nos faz visualizar o cenário além das dimensões estéticas, éticas, históricas, políticas,
da saúde mental e perspectiva da libertação psicológica, para que possamos
imergir num processo que nos restabelece o intuitivo e o sensível, a nossa
relação com a terra, os saberes tradicionais e a memória coletiva.
Eis algumas
reflexões acerca da ancestralidade nos debates contemporâneos.
SONHOS DAS ORIGENS, DAVI KOPENAWA YANOMAMI
INDÍGENAS & DITADURA MILITAR, RODRIGO LINS BARBOSA
CUMADI FULOZINHA, DE GIVA SILVA
CARTA PARA AVÓ: POR QUE EU LUTO PELA JUSTIÇA CLIMÁTICA, XIYE BASTIDA
TERRA DE SANGUE, SANGUE NA TERRA, GIVA SILVA
ANCESTRALIDADE, MARIELA TULIÁN
ÓRFÃO DA TERRA, LÍNGUA & CORAÇÃO...
ACORDANDO PARA ESPIRITUALIDADE SEM RELIGIÃO, SAM HARRIS
A BANALIZAÇÃO DA VIDA HUMANA, ROSA MECHIÇO
PERIFERIA DAS PERIFERIAS, DE GIVA SILVA
O PRINCÍPIO DE POTOSÍ: OUTRA VISÃO DA TOTALIDADE, SILVIA RIVERA CUSICANQUI

