sábado, 30 de abril de 2022

AO LER, LEMOS A NÓS MESMOS, DE GRAÇA LINS

 

 

AO LER, LEMOS A NÓS MESMOS

 

“Há realidades que só a ficção suporta. Precisam ser inventadas para ser contadas”. Eliane Brum.

 

 

Graça Lins*

 

De todas as competências culturais, a leitura é, com certeza, a mais valorizada socialmente, uma vez que favorece a circulação do indivíduo, em todas as ambiências da sociedade, conferindo-lhe um empoderamento e um saber que o diferencia dos demais.

O que lemos, quando lemos? O que denunciamos quando nos referimos aos nossos autores preferidos? O que nos leva a indicar determinadas obras literárias em detrimento de outras legitimadas pela mídia e referendadas pelo senso comum?

A leitura do texto ficcional permite ao leitor a interpretação de sua própria vida, num encontro em que ocorre a leitura de si mesmo, ajudando-o a lidar melhor com seus conflitos psíquicos. É dessa forma que a psicanálise considera que apenas a competência leitora não dá conta de perceber os efeitos que o texto literário provoca no leitor.

Ao ler, o leitor compactua com o que está posto e encoberto pela fantasia, pelo imaginário e pelo simbólico proposto pelo autor e resgata através da leitura fragmentos de vida que constituem vestígios de seu inconsciente.

É natural que depare-se com algo que o desestabilize emocionalmente, ocasionando um estranhamento diante da ficção. Assim, ao tempo em que o texto provoca um prazer estético pode evocar lembranças remotas, memória de um passado distante revestido pela fantasia que o texto significa.

A citação de Brum, no início do artigo, nos reporta a um romance de Cristovão Tezza, O filho eterno, em que o autor trata da angústia de um pai ao receber a notícia do nascimento de um filho com síndrome de Down. Toda a construção do texto narra a repulsa ao filho indesejado. Posteriormente, em eventos de lançamento do livro, o autor confessa que utilizou-se da ficção para discorrer sobre a  sua própria experiência pessoal com seu  filho Down, então personagem do romance.

Trata-se de uma narrativa em que situações do cotidiano são narradas provocando no leitor sentimentos de medo, indiferença, dúvida com relação ao amor do pai, estranheza diante da falta de afeto, enfim, um bom livro para refletir sobre como o leitor se presentifica no texto e os efeitos da leitura numa perspectiva psicanalítica.

Podemos ainda formular outras indagações inquietantes: a leitura da ficção, enquanto experiência estética, busca a satisfação de um desejo? Pode ter um caráter especular, espaço em que o leitor se encontre na figura de uma personagem ou mesmo em algum cenário da narrativa? O leitor pode ficar vulnerável a transferir para o mundo da ficção os seus conflitos psíquicos, de forma consciente ou inconsciente, identificando-se com uma personagem em cuja imagem projeta o seu afeto ou hostilidade?

Algumas dessas indagações encontram respostas em exemplos colhidos nos  próprios textos da Literatura, os quais consideramos metáforas, para compreender os efeitos que a ficção pode provocar no leitor. Assim, percebemos o caso de Madame Bovary, do escritor francês Gustave Flaubert, cuja personagem vivia um relacionamento desgastado e entregava-se ao devaneio no ato da leitura, criando um universo paralelo, transferindo para um mundo idealizado os desejos que habitavam o seu psiquismo.

A respeito dessa forma envolvente de leitura realizada por Emma Bovary, Daniel Pennac, em seu livro Como um romance, sugere os Direitos imprescritíveis do leitor, sendo o 6º, o direito ao bovarismo, descrevendo com toques de humor que trata-se de uma doença textualmente transmissível. Pennac nos fala da necessidade de lembrarmos nossas primeiras efervescências de leitores e da importância de montarmos um pequeno altar a nossas antigas leituras, inclusive as mais bobas. São elas que nos levam a nos emocionar com aquilo que fomos, rindo daquilo que nos emocionava.

Outro personagem da Literatura clássica, universal, D. Quixote de La Mancha, de Cervantes, envolvia-se de tal forma no mundo dos livros, que passou a não estabelecer limites entre o real e o imaginário. A exemplo, no capítulo XXVI, D. Quixote assiste a um espetáculo de marionetes e passa a crer que se tratava de uma luta real entre mouros e cristãos, chegando a lançar mão da espada, destruir todos os bonecos, acreditando estar em combate contra os mouros para salvar uma princesa.

Essas ocorrências figurativas dos efeitos da leitura no leitor nos levam a entender que são comportamentos aproximados a alguns conceitos psicanalíticos, a identificação, a transferência, a projeção considerados mecanismos de defesa que  podem também ocorrer com o leitor real. Ao ler-se a si mesmo através do texto ficcional o leitor passa a ser interpretante e interpretado pela obra, é o que nos diz a Literatura e a Psicanálise que dialogam com as subjetividades do indivíduo.

Os estudos psicanalíticos se voltaram inicialmente para a criação literária, investigando os impulsos que operam no interior do processo de criação literária, revelando que nem sempre a escrita tem aspectos restauradores, ou seja, a obra de arte pode ter impulsos destrutivos ocasionados pelo confronto do artista, não só com a criação estética, mas com a falta, o sofrimento e finitude.

Freud em seus estudos sobre Dostoievski afirma que diante dos problemas que o artista criador consegue sublimar, através da criação artística, a Literatura chegou antes da Psicanálise com seus métodos analíticos. O artista recorre à simbolização da dor através da arte com funções de restabelecer a cura psíquica para seus males.

De outro modo, o artista também pode substituir a busca da cura de sintomas e sofrimentos pela pulsão de morte, a exemplo de casos de suicídio das poetisas Florbela Espanca (portuguesa) e Ana Cristina Cesar (brasileira).

Freud era, na verdade, um apreciador da Literatura e quando foi agraciado com o prêmio Goethe, em Frankfurt, pelo conjunto de sua obra científica, também foi acusado de tê-la escrito em forma de romance. Ao que se sabe, Goethe, antes de Freud, percebeu a importância dos sonhos, dos primeiros afetos e da necessidade do autoconhecimento, chegando a tratar da necessidade de que cada pessoa fosse capaz de conhecer a si mesmo e de julgar a si mesmo.

Enquanto leitor, ele também foi um profundo conhecedor da obra de Shakespeare, notificando a capacidade literária desse escritor em apresentar várias referências sobre o inconsciente. Daí a escolha de nomes da obra shakespeariana para nomear conceitos psicanalíticos: Complexo de Édipo, etc.

Estudos psicanalíticos consideram que todo grande escritor, utiliza-se de seus personagens como porta voz do seu desejo inconsciente. Isto não reduz a obra literária a simples esquemas interpretativos, o artista sabe dar uma forma particular às suas fantasias e alivia o leitor da carga maléfica das suas. Dessa forma, o leitor pode realizar de forma simbólica, seus desejos insatisfeitos encontrando prazeres compensatórios substitutivos através da criação artística. Isto porque a obra permite uma identificação do leitor com personagens do enredo, estabelecendo laços afetivos como uma das formas que o ego utiliza para atender ao desejo pulsional.

É dessa forma que o leitor constrói uma cadeia de representações que lhe pertencem e não mais ao texto que lê. A exemplo, tratando do conto A cartomante de Machado de Assis, quando o texto trata de um personagem e da sua ação num conflito, como seja, “Camilo saiu aflito da casa da cigana”, trata-se de um Camilo e de uma cigana que só o leitor reconhece a partir da representação que faz desses personagens.

É possível dizer que, são referências conscientes e inconscientes que lhe ocorrem durante a leitura, instaurando um momento de identificação com o texto capaz de mobilizar investimentos afetivos, num ato de quase-amor, tão bem exemplificado no conto Felicidade Clandestina de Clarice Lispector, quando a menina abraça com afeto o livro de difícil aquisição por empréstimo, nomeando-o de seu amante. A obra literária sempre irá remeter o leitor a uma outra realidade extraliterária.

Enfim, podemos dizer que a Leitura é fundante e tem o poder de desvelar o que está oculto, abrindo espaços para uma consciência reflexiva e transformadora.

Ao entender a singularidade do ato de ler o texto ficcional, numa perspectiva psicanalítica, consideramos da maior importância que nossas escolas através das práticas de letramento literário, possam garantir que habilidades e procedimentos de leitura sejam prioridades para a formação do leitor proficiente, capaz de ler-se a si mesmo como interpretante de sua própria vida.

 

*GRAÇA LINS - Graça Lins é escritora e pesquisadora da Literatura Infantil e Juvenil, graduada em Letras, pós-graduada em Literatura Brasileira e em Políticas Culturais, mestre em Psicanálise, e crítica literária pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (RJ). É autora do livro Ozybil engole letras (Bagaço, 1995) do conto De amores e de Livros (Entre Laços), e articulista da Revista Brazilcomz (Espanha). Coordenou as ações culturais da biblioteca do Porto Digital e atualmente é professora dos cursos de pós-graduação em Literatura da FAFIRE/PE, integrante da Oficina de Criação Literária Clarice Lispector, desde 2018. Artigo apresentado no Mestrado de Psicanálise e Educação, pela aluna Maria das Graças Vieira Lins/ 2014.

 

Veja mais:

Leitura, livroterapia & práticas pedagógicas aqui, aqui e aqui.

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sábado, 19 de março de 2022

EDUCAÇÃO, TEMAS & ESTUDOS EDUCACIONAIS

 

 Só posso compreender a educação como o processo de preparação e distribuição de homens pelas diversas ocupações que caracterizam a vida humana, na atualidade.

Pensamento educador, jurista e escritor Anísio Teixeira (1900-1971). Veja mais aqui e aqui.

 

A ARTE DE CELSO KELLY

A ARTE DE ERIC BENTLEY

A EDUCAÇÃO DE MARIA LACERDA DE MOURA

A MATEMÁTICA MARIA GAETANA AGNESI

A MATEMÁTICA DE MARIA GÖPPERT-MAYER

A QUALIDADE NA GESTÃO ESCOLAR

ADOÇÃO NO BRASIL

ARTE NA EDUCAÇÃO DE SERGIO MILLIET

ARTE POÉTICA DE OLGA SAVARY

AS CRIANÇAS E O FUTURO DE KARL MANNHEIM

ATO DE ESCREVER DE JEANNE-MARIE GAGNEBIN

AULAS DE MÚSICA NA ESCOLA

AUTISMO & EDUCAÇÃO INCLUSIVA

BIBLIOTERAPIA

I

II

III

CIDADANIA

CONSCIÊNCIA NEGRA

CORDEL NA ESCOLA

DIREITO

DIREITO, EDUCAÇÃO & MEIO AMBIENTE

I

II

III

DIREITOS FUNDAMENTAIS

DIREITOS HUMANOS

I

II

DO TEATRO À LITERATURA DE MIKHAIL BULGÁKOV

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

EDUCAÇÃO CIDADÃ

EDUCAÇÃO DE MARIA MONTESSORI

EDUCAÇÃO E O ESTRUTURALISMO MARXISTA

EDUCAÇÃO & ESCOLA

EDUCAÇÃO & OUTRAS APRENDIZAGENS

EDUCAÇÃO, ESTUDOS & PESQUISAS

EDUCAÇÃO ESPECIAL & INCLUSÃO

I

II

EDUCAÇÃO SUPERIOR

ÉTICA & MORAL

EXPERIÊNCIA DE ENSINAR DE EUGÈNE DELACROIX

NEUROEDUCAÇÃO & PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

EDUCAÇÃO & OUTRAS APRENDIZAGENS

HISTÓRIA & LITERATURA DO TEATRO

HUMANISMO E A EDUCAÇÃO HUMANISTA

INCLUSÃO

INSTRUÇÃO & CALIFASIA DE SILVEIRA BUENO

LEITURA, ESCRITA, APRENDIZAGEM & AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO

LER & PENSAR DE ARNOLD BENNETT

LITERATURA

MEIO AMBIENTE

MEIO AMBIENTE NA ESCOLA

MÉTODO CIENTÍFICO

NEUROEDUCAÇÃO & LEITURA

O IDEALISMO NA EDUCAÇÃO

O PROFESSOR E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

PAPEL DO PROFESSOR NA APRENDIZAGEM

PEDOFILIA

PSICANÁLISE & EDUCAÇÃO

PSICOLOGIA ESCOLAR

PSICOLOGIA, OS ADOLESCENTES & AS DST/AIDS

RACISMO & PRECONCEITO

RESPONSABILIDADE SOCIAL

SEGREDO DA ESCRITA DE MAURICE BLANCHOT

SEXO & GÊNERO

TEMAS DE EDUCAÇÃO E ESCOLA

VIAGEM DOS LIVROS

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

VIOLÊNCIA NA ESCOLA


sábado, 12 de março de 2022

TEMAS DE EDUCAÇÃO & ESCOLA

 

 Nossa educação escolar ignora, de mil maneiras, as regras do desenvolvimento saudável.

Pensamento da médica inglesa Elizabeth Blackwell (1821-1910). Veja mais aqui.

 

A ALEGRIA DA ESCRITA DE RAY BRADBURY

A ARTE NA ESCOLA DE ANNATERESA FABRIS

A CRIATIVIDADE DE DOMENICO DE MASI

A EDUCAÇÃO DE CHARLOTTE BRONTË

A EDUCAÇÃO DE HUMBERTO MATURANA

A EDUCAÇÃO DE IMMANUEL KANT

A EDUCAÇÃO DE JOHN DEWEY

A EDUCAÇÃO DE JOSÉ CARLOS LIBÂNEO

A EDUCAÇÃO DE LEV VYGOTSKY

I

II

A EDUCAÇÃO DE NEIDSON RODRIGUES

A EDUCAÇÃO DE NELSON CHAVES

A EDUCAÇÃO DE PAULO FREIRE

I

II

III

IV

V

VI

A EDUCAÇÃO DE RUDOLF STEINER

A EDUCAÇÃO DE SÓCRATES

A EDUCAÇÃO DE TEREZINHA FUCK

A EDUCAÇÃO DO FUTURO DE EDGAR MORIN

A INTELIGÊNCIA DE HENRY HERBERT GODDARD

A EDUCAÇÃO & AS DESIGUALDADES SOCIAIS

A EDUCAÇÃO NA SOCIOLOGIA DE MAX WEBER

A EDUCAÇÃO NA SOCIOLOGIA DE ÉMILE DURKHEIM

A EDUCAÇÃO NO PENSAMENTO MARXISTA

A EDUCAÇÃO NO POSITIVISMO DE AUGUSTE COMTE

A ESCOLA, A SOCIEDADE E A FORMAÇÃO HUMANA

A LEITURA DE GABRIEL GARCIA MARQUEZ

A LEITURA DE HAROLD BLOOM

A LINGUAGEM DE JÜRGEN HABERMAS

A ORIENTAÇÃO SEXUAL NO ENSINO FUNDAMENTAL

A PEDAGOGIA DO AFETO

A PESQUISA DE ALBA ZALUAR

A UNIVERSIDADE PARA DARCI RIBEIRO

APRENDER: DISCURSO & LEITURA DE ENI PULCINELLI ORLANDI

I

II

APRENDENDO A APRENDER

APRENDIZAGEM

APRENDIZAGEM DINÂMICA

APRENDIZAGEM & COMUNIDADE DE PRÁTICA DE ÉTIENNE CHARLES WENGER

ARTE-TERAPIA TEORIA & TÉCNICA

ARTE VERBAL, SIGNO VERBAL DE ROMAN JAKOBSON

ATIVISMO EDUCACIONAL DE BARBARA BODICHON

AUTOCONHECIMENTO DE YOLANDA CINTRÃO FORGHIERI.

BIBLIOTECA NOSSA DE CADA DIA

CIDADANIA & DIGNIDADE HUMANA

CIDADANIA E DIREITOS POLÍTICOS

CIDADANIA NA SALA DE AULA

I

II

CONHECIMENTO, INFORMAÇÃO & TECNOLOGIA DE THEODORE ROSZAK

CORDEL DO PROFESSOR DE ANTONIO BARRETO

DEMOCRACIA

DEZ CISÕES PARA UM ENSINO DE LÍNGUA DE MARCOS BAGNO

DIALÉTICA & COGNIÇÃO DE HUGH LACEY

DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM DA LÍNGUA PORTUGUESA

DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM DE VITOR DA FONSECA

DIREITO À SAÚDE

DIREITOS ADQUIRIDOS

DIREITO DO CONSUMIDOR

DIREITO/MEIO AMBIENTE

DIREITOS FUNDAMENTAIS E GARANTIAS CONSTITUCIONAIS

EDUCAÇÃO, APRENDIZADO, ESCOLA NO BRASIL DE ROXANE ROJO

EDUCAÇÃO COMPENSATÓRIA DE DERMEVAL SAVIANI

EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSÃO

EDUCAÇÃO, ESTUDOS & PESQUISAS

EDUCAÇÃO & POLÍTICA DE BERNARD CHARLOT

EDUCAÇÃO SEXUAL & GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

LINGUAGEM & LITERATURA DE ROLAND BARTHES

ENEM HUMOR

ENSINAR DE RUBEM ALVES

ENSINO-APRENDIZAGEM

GÊNERO, SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO

GÊNEROS TEXTUAIS, TIPIFICAÇÃO & INTERAÇÃO

GESTÃO DO CONHECIMENTO

I

II

III

HEUTAGOGIA

INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS PERSPECTIVAS

JUVENTUDE & LINGUAGEM DE ELIAS CANETTI

I

II

EDUCAÇÃO & OUTRAS APRENDIZAGENS

LINGUA & LINGUAGEM DE MARIO PEI

LINGUA & LINGUÍSTICA

LINGUAGEM & COMUNICAÇÃO DE MAURIZIO GNERRE

LINGUAGEM & PODER DE NORMAN FAIRCLOUGHT

LINGUÍSTICA CRÍTICA DE KANAVILLIL RAJAGOPALAN

LÓGICA DO SENTIDO DE GILLES DELEUZE

NEUROEDUCAÇÃO

NEUROEDUCAÇÃO & PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

NO MUNDO DA MÚSICA

O APRENDIZADO DA SEXUALIDADE

O CAPITAL INTELECTUAL

I

II

III

O CONHECIMENTO CIENTÍFICO DE GILLES-GASTON GRANGER

O LIVRO POR VIR DE MAURICE BLANCHOT

O PAPEL DO PROFESSOR E A SUA FORMAÇÃO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA

O SABER & NÃO SABER DE GEORGES DIDI-HUBERMAN

OFICINA DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS EM EJA

ORALIDADE & LITERATURA

OS CONTEXTOS DO SABER

OS LIVROS DE ELIAS CANETTI

OS LIVROS & A VIDA DE LOUISA MAY ALCOOTT

PENSAMENTO FILOSÓFICO & CIENTÍFICO DE ALEXANDRE KOYRÉ

PROJETO ESCOLA DE SANDRA ZÁKIA LIAN SOUSA

PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM

QUALIDADE ESCOLAR

SABER & COMPREENDER DE MICHEL FOUCAULT

SEXO, SEXUALIDADE, EDUCAÇÃO SEXUAL & ORIENTAÇÃO SEXUAL

TEORIA DO DISCURSO

TESTE DE INTELIGÊNCIA DE ELLA FITZGERALD

VERDADE & MÉTODO DE HANS-GEORG GADAMER

VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES



sábado, 5 de março de 2022

EDUCAÇÃO & OUTRAS APRENDIZAGENS

 

 Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.

Pensamento da poeta Cora Coralina (1889-1985), Veja mais dela aqui e aqui.

 

A COMUNICAÇÃO ESCRITA DE CLAUDE LÉVI-STRAUSS

A EDUCAÇÃO

A EDUCAÇÃO DE JOHANN PESTALOZZI

A EDUCAÇÃO DE PAULO FREIRE

I

II

III

A EDUCAÇÃO PÓS-GUERRA DE TEODOR ADORNO

A LIBERDADE DE SUSAN NEIMAN

A LINGUAGEM DA JUVENTUDE DE JESUS MARTIN-BARBERO

A LINGUAGEM DE JEAN COHEN

A LINGUAGEM DE MARINA YAGUELLO

A LINGUAGEM DE ROLAND BARTHES

A PALAVRA & O GESTO DE LUIZ ALBERTO SANZ

A TRANSFORMAÇÃO DE MARTHA ROBLES

ANÁLISE LITERÁRIA

APRENDER & PESQUISA DE PEDRO DEMO

BIBLIOTECA DE RICHARD HOGGART

CIBERTEXTUALIDADE DE LUCIA SANTAELLA

CONHECIMENTO DE MIGUEL DE UNAMUNO

CONHECIMENTO E INCONSCIENTE DE MELANIE KLEIN

DESENVOLVIMENTO PSICOLÓGICO & EDUCAÇÃO

DO DIÁLOGO & DO DIALÓGICO DE MARTIN BUBER

EDUCAÇÃO & DIREITO À SAÚDE

EDUCAÇÃO, DIREITO & MEIO AMBIENTE

EDUCAÇÃO, ESTUDOS & PESQUISAS

EDUCAÇÃO PARA COMUNHÃO DE COMENIUS

EDUCAÇÃO & A TÉCNICA DE DERMEVAL SAVIANI

EDUCAÇÃO & ESCOLA DE MARIA SIMONE FERRAZ PEREIRA

ENSINAR O QUE NÃO SE SABE DE RUBEM ALVES

ESCOLA & TRABALHO DE MOISEY MIKHAYLOVICH PISTRAK

LEITURA & MEDO DE ALBERTO MANGUEL

LEITURA & MUNDANÇA TECNOLÓGICA DE JOSÉ DE MELLO JÚNIOR

LINGUA & LIBERDADE DE CELSO PEDRO LUFT

LINGUAGEM & LINGUÍSTICA DE SAUSSURE

MUNDO DA LEITURA DE MARISA LAJOLO

O AMOR PEDAGÓGICO DE WALTER BENJAMIM

O BRASIL ANTENADO DE ESTHER HAMBURGER

O CONHECIMENTO DE PLATÃO

O CONHECIMENTO & A TECNOLOGIA DE ANTÔNIO BRAGANÇA

O CORPO E SUAS REPRESENTAÇÕES DE MÁRCIA STRAZZACAPPA HERNÁNDEZ

O LEITOR & O NAVEGADOR DE ROGER CHATIER

O PROFESSOR DE BERTRAND RUSSEL

OS DIREITOS HUMANOS DE WANGARI MAATHAI

PALAVRA & LINGUAGEM DE MIKHAIL BAKHTIN

REFLEXÕES LITERÁRIAS DE STENDHAL

SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO SEXUAL

SEXUALIDADE HUMANA

VIOLÊNCIA EM DEBATES DE JÚLIA FAVELINE ALVES

VIOLÊNCIA DE BENEDETTO CROCE

VIOLÊNCIA DE HANNAH ARENDT